Texto de Estudo

  E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?    

Lucas 24:5 

Os túmulos do profeta Maomé (fundador da religião islâmica), de Lenin (revolucionário comunista russo), de Mao Tsé-Tung (ditador comunista chinês), de Abraham Lincoln (ex-presidente americano), da princesa persa Aryumand Banu Begam (o famoso Taj Mahal) e de Jesus Cristo estão entre os mais visitados no mundo inteiro. Contudo, o de Cristo apresenta uma diferença crucial em relação aos demais: é o único que está vazio!

A resposta cristã para esse fato é que “Deus ressuscitou [a Jesus], rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse Ele retido por ela.” (Atos dos Apóstolos 2:24) Os Evangelhos dedicam mais espaço para tratar a crucificação e a ressurreição de Cristo do que a respeito de quaisquer outros eventos de Sua vida.

Jesus realmente ressuscitou? Como foi a Sua ressurreição? Quais as consequências espirituais desse evento para o Cristianismo? Nesta lição final, olharemos para essas questões, a partir do capítulo 24 do Evangelho de Lucas.

 

Lucas 24 UMA VISÃO GERAL

Vamos analisar o panorama dos acontecimentos de Lucas 24

  1. a) A Ressurreição. (v. 1-12) As mulheres discípulas de Cristo, ao contrário dos homens amedrontados, haviam ficado até o momento final da crucificação e do sepultamento (Lucas 23:55). Após descansarem no sábado, de acordo com a Lei de Deus (Lucas 23:56), foram ao sepulcro pouco antes do raiar do primeiro dia, com o propósito de ungirem o corpo do Senhor com os aromas que haviam preparado. Ao chegarem lá, encontraram o túmulo aberto (v. 1-2). Deus havia provocado um terremoto e enviado um anjo para remover a pedra, fatos que fizeram a guarda romana fugir do local. (Mateus 28:2-4)

Dois anjos anunciam às mulheres o cumprimento da promessa do Senhor: Ele havia ressuscitado! (v. 4-6) Nada havia acontecido que o próprio Cristo não tivesse previsto. Ele estava no controle desde o começo e sabia que os planos do Pai cumprir-se-iam (v. 7-8). A ressurreição é anunciada pelas mulheres aos apóstolos, mas estes recebem a notícia com incredulidade. (v. 9-12)

  1. b) Na estrada de Emaús. (v. 13-35) Lucas é o único evangelista que relata, com detalhes, o teor da conversa entre Cristo e os dois discípulos que seguiam viagem (compare com Marcos 16:12-13). A cidade de Emaús estava localizada a 12 quilômetros de Jerusalém. Eles sentiam-se desapontados, pois esperavam que Jesus fosse o Messias prometido, mas aquele já era o terceiro dia, desde que suas esperanças haviam sido desfeitas com a crucificação. (v. 21) Mesmo com o testemunho ocular das mulheres, era-lhes difícil crer que Jesus estava vivo. Segue-se, então, o mais fantástico estudo bíblico da História, na presença do maior professor. Cristo, o assunto para o qual toda a Escritura aponta, explicou-lhes como tudo o que havia acontecido estava de acordo com “Moisés e os Profetas” (v. 25-27). Os seus corações ardiam ao ouvirem tal exposição do texto inspirado. (v. 32)

Ao partir o pão, seus olhos abriram-se e reconheceram quem era o ilustre viajante que com eles estava. Contudo, Jesus desaparece. (v. 30-31) Sem demora, eles fazem a viagem de volta a Jerusalém, para contarem a boa-nova aos apóstolos, os quais já estão informados sobre o acontecimento da ressurreição. (v. 33-35)

  1. c) Junto aos apóstolos. (v. 36-49) Enquanto todos compartilhavam tais notícias e alegria, Jesus aparece e coloca-Se junto a eles. (v. 36) Ao acharem que estavam vendo um espírito, o Cristo ressurreto comprovou que possuía um corpo glorificado de carne e ossos. Permitiu que O tocassem e comeu na presença deles. (v. 37-46) O Novo Testamento ensina claramente uma ressurreição física do Senhor, ao invés de uma espiritual ou imaterial.

Jesus inicia um novo estudo bíblico com Seus apóstolos, demonstrando que tudo o que acontecera estava previsto na “Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (as três divisões judaicas do Antigo Testamento) e iluminou-lhes a mente para entenderem a Escritura. (v. 44-46)

Todos os eventos da crucificação e da ressurreição possibilitaram que a mensagem do perdão de pecados fosse anunciada por todo o mundo, “para a salvação de todo aquele que crê, ao judeu primeiro e também do grego”. (Romanos 1:16) Lucas oferece, nesse ponto (v. 47-48), uma explicação sobre a Grande Comissão. (Mateus 28:18-20) Para cumprirem tão elevada missão, os apóstolos deveriam esperar o derramamento do Espírito Santo a fim de serem revestidos de poder (v. 49), o que se cumpriu algumas semanas depois (Atos dos Apóstolos 2:1-4)

  1. d) A ascensão de Cristo. (v. 50-53) A ascensão de Cristo ao céu (v. 51), também profetizada no Antigo Testamento (Salmos 68:18), é o ápice do Evangelho. Cristo recebe todo o poder, no Céu e na Terra (Mateus 28:18), e agora reina, esperando o momento em que todos os Seus inimigos estarão sob Seus pés (1 Coríntios 15:25) .O Salmos 24 profetizou o momento da chegada de Cristo no céu:

 

“Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre. Quem é o Rei da glória? O Senhor forte e valente, o Senhor valente nas guerras. Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre. Quem é esse Rei da glória? O Senhor dos Exércitos; ele é o Rei da glória!” (Salmos 24.7-10)

 

Enquanto isso, a Igreja prossegue pregando o Evangelho do Reino e louvando o Seu nome, por tudo o que Ele é e fez por nós. (v. 52-53) Aleluia!

 

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Por que era necessário que Cristo ressuscitasse dentre os mortos? Apenas a Sua morte não bastaria para expiar os pecados da humanidade? As Escrituras oferecem diversas respostas para essa questão.

  1. a) A confirmação da identidade de Jesus. Quando Cristo ressuscitou, Ele cumpriu diversas profecias. O Antigo Testamento havia predito que o Messias teria de morrer e ressuscitar (Salmos 16:10 Isaías 53:12 Os 6.2), assim como o próprio Cristo. (Marcos 8:31-33) A ressurreição demonstrou publicamente que Jesus é o Filho de Deus (Romanos 1:4) e que, crendo n’Ele, podemos ter vida em Seu nome. (João 20:31)
  2. b) A confirmação de que Deus Pai aceitou o Seu sacrifício. A lei judaica afirmava que era maldito todo aquele que fosse pendurado em madeiro. (Deuteronômio 21:22) Aos olhos dos homens, a morte de Cristo parecia apenas o fim de um criminoso, amaldiçoado e esquecido por Deus.

Mas, como apontado na primeira pregação apostólica no livro de Atos, a morte de Cristo havia ocorrido pelo próprio desígnio e pela presciência de Deus (Atos dos Apóstolos 2:23), assim como foi o próprio Deus quem efetuou a ressurreição, vindicando que Jesus é Senhor e Cristo! (Atos dos Apóstolos 2:36) A pedra que os construtores rejeitaram havia então se tornado a pedra angular! (Atos dos Apóstolos 4:11)

  1. c) Sem a ressurreição, não haveria perdão. Paulo declara que, se Jesus não houvesse ressuscitado, ainda estaríamos presos em nossos pecados. (1 Coríntios 15:17) Ele não apenas morreu, mas “ressuscitou por causa da nossa justificação”. (Romanos 4:25)

Enquanto os sacerdotes da Antiga Aliança eram impedidos pela morte de continuarem ministrando a favor do povo (Hebreus 7:23), Cristo, porque ressuscitou, vive para todo o sempre para interceder por nós. Ele pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus. (Hebreus 7:25) Seu sacerdócio é imutável. Estamos gravados nas palmas de Suas mãos! (Isaías 49:16)

  1. d) Deus possui a resposta para o problema da morte. O apóstolo Paulo declarou que, “se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.” (1 Coríntios 15:17-18) Mas, “havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre Ele.” (Romanos 6:4)

Por Cristo ter ressuscitado, nós temos certeza de que a morte não é o fim. Ela é um inimigo derrotado, prestes a ser destruído. (1 Coríntios 15:26) Jesus segura em suas mãos as chaves da morte e do inferno. (Apocalipse 1:18) “Pelo poder que O capacita a colocar todas as coisas debaixo do Seu domínio, Ele transformará os nossos corpos humilhados para serem semelhantes ao Seu corpo glorioso.” (Fp3:21)

Jamais teremos de sofrer novamente. Poderemos rever nossos entes queridos que partiram em Cristo, sem que seja necessária uma nova separação. Cristo é “as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15:20), o que nos assegura de que também vamos segui-LO na ressurreição.

  1. e) A Igreja possui um Guia vivo e poderoso. Todos os demais fundadores e profetas de outras religiões permanecem mortos em seus túmulos. Mas, após a ressurreição, Cristo recebeu toda a autoridade no céu e na Terra. (Mateus 28:18) E, nessa autoridade, Ele comissiona a Sua Igreja com o dever de ir e pregar o Evangelho a todas as nações, prometendo Sua presença até a consumação de todas as coisas. (Mateus 28:20) O fato de Cristo ter vencido a morte assegura-nos que as portas do inferno não prevalecerão contra a Sua Igreja. (Mateus 16:18)
  2. f) Podemos ter um relacionamento real com nosso Salvador. Porque Cristo está vivo, nossa comunhão com Ele é real. Podemos orar confiantes, sabendo que Ele ouve-nos e pode nos atender. Ele pode entrar na vida e no coração de todo aquele que aceitar recebê-LO, trazendo esperança, cura e restauração plenas. Podemos ouvi-Lo, dizendo: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.” (Apocalipse 3:20)

Konrad Adenauer (1876-1967), político e chanceler alemão, perguntou certa vez a Billy Graham, quando este era ainda um jovem evangelista: “Senhor Billy Graham, você acredita mesmo que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos?” A resposta de Graham foi enfática: “Senhor chanceler, se eu não acreditasse na ressurreição de Jesus Cristo, não teria Evangelho para anunciar.” O chanceler caminhou até o fundo da sala em que se encontravam, olhou pela janela para as ruínas ainda visíveis da Alemanha pós-Segunda Guerra e concluiu: “Senhor Billy Graham, para além da ressurreição de Jesus Cristo, eu não vejo mais nenhuma esperança para a humanidade.” Porque Cristo vive e reina, nossa esperança jamais será vã.

 

EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Em 28 de março de 2006, William Lane Craig, pesquisador cristão e professor de Filosofia no Talbot School of Theology, na Califórnia, realizou um debate público com Bart Ehrman, ex-cristão, hoje agnóstico, professor do Departamento de Estudos da Religião, na Universidade da Carolina do Norte, a respeito do tema: Existem evidências históricas para a Ressurreição de Jesus?

Em seu discurso de abertura, o Dr. Craig apontou quatro fatos históricos, aceitos pelos estudiosos, que precisam ser explicados por alguma hipótese real adequada:

Fato 1: Após sua crucificação, Jesus foi sepultado por José de Arimateia, em uma tumba.

Fato 2: No domingo após a crucificação, a tumba de Jesus foi encontrada vazia por um grupo de seguidoras de Jesus.

Fato 3: Em diferentes ocasiões e sobre várias circunstâncias diferentes, indivíduos e grupos de pessoas experimentaram aparições de Jesus ressuscitado da morte.

Fato 4: Os discípulos, de repente e sinceramente, começaram a acreditar que Jesus havia ressuscitado dos mortos, não obstante suas muitas predisposições para o contrário.

Diversas teorias já foram propostas pelos céticos, aqueles que não creem na ressurreição para tentar explicar esses fatos. Vejamos as mais conhecidas. Segundo a mais antiga de todas, a Teoria do Roubo, o corpo de Cristo foi roubado pelos discípulos, enquanto os guardas dormiam. (Mateus 28:11-15) A seguir, eles passaram a disseminar a mentira de que Cristo havia ressuscitado. Essa teoria pode explicar os fatos 1 e 2, mas não o 3 e o 4. Além disso, conta com mais dois problemas. Primeiramente, como os guardas poderiam saber que foram os discípulos que roubaram o corpo, se supostamente estavam dormindo?

Em segundo lugar, quase todos os apóstolos sofreram terríveis perseguições e martírio por causa de sua pregação acerca da ressurreição de Jesus, mas jamais negaram que realmente viram o Cristo vivo. Quem estaria disposto a suportar torturas e morte por algo que sabe ser uma fraude?

Para a Teoria do Túmulo Errado, o que acontecera foi que os apóstolos encontraram o túmulo vazio, pois haviam visitado o local errado. Isso explica, mais uma vez, apenas os fatos 1 e 2. Além disso, as mulheres observaram claramente o lugar em que Jesus fora posto (Lucas 23:55), e José de Arimateia, que era seguidor de Jesus, saberia qual era o seu túmulo! Se esse fosse o caso, quando os apóstolos começaram a pregação acerca da ressurreição, bastava as autoridades judaicas terem levado a população até o túmulo correto, apontado o corpo morto de Jesus e encerrado a questão. Mas jamais o puderam fazer.

De acordo com Teoria da Alucinação, os apóstolos tiveram alucinações, nas quais pensavam estar vendo Jesus ressuscitado. Contudo, isso não explica o fato do túmulo vazio. Jesus apareceu para diferentes pessoas, em diferentes momentos, locais e circunstâncias. Em certa ocasião, apareceu para mais de 500 discípulos de uma só vez. (1 Coríntios 15:6) É impossível que 500 pessoas sofram a mesma alucinação, ao mesmo tempo!

A Teoria do Desmaio considera que Jesus não morreu na cruz, mas apenas desmaiara. Depois, teria acordado dentro do túmulo e conseguido escapar, aparecendo aos discípulos, os quais pensaram que Ele havia ressuscitado. Essa tese levanta uma série de questões: Como Jesus conseguiria ter sobrevivido aos terríveis açoites romanos, à crucificação, que causava morte por asfixia, e à lança que perfurou Seu coração (João 19:34)?  Como, ferido que estava, teria conseguido livrar-se dos panos e de mais de 30 quilos de especiarias que envolviam Seu corpo, empurrar uma pedra de cerca de duas toneladas, escapar da guarda romana, e ainda aparecer a Seus discípulos de tal forma que estes acharam que havia ressurgido como o glorioso Príncipe da Vida?

A única justificativa que considera todos os fatos de forma coerente é que JESUS REALMENTE RESSUSCITOU! E apontaremos mais algumas evidências da ressurreição.

  1. a) As primeiras testemunhas. Todos os Evangelhos apontam que as primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus foram mulheres. Seus testemunhos não eram considerados dignos de crédito, na cultura judaica. Esse é um detalhe que os apóstolos jamais teriam registrado, caso realmente não fosse verdade.
  2. b) A antiguidade da crença na ressurreição. A pregação da ressurreição não se iniciou várias décadas ou séculos após seu acontecimento, conforme alguns críticos costumavam afirmar, mas tão logo os eventos ocorreram e no próprio local em que aconteceram: a cidade de Jerusalém. Em 1 Coríntios 15:3-7, Paulo cita um antigo credo cristão, que foi escrito menos de cinco anos depois da ressurreição de Jesus. Se os apóstolos não tivessem razão em sua pregação, qualquer testemunha do local poderia tê-los desmentido.
  3. d) A transformação dos apóstolos. Os apóstolos fugiram e esconderam-se, medrosos das autoridades judaicas no momento em que Cristo foi preso. (Mateus 26:56) Poucos dias depois, sofreram uma dramática mudança: estavam pública e corajosamente declarando que Jesus era o Senhor e Autor da Vida! Como explicar essa transformação, se não pelo fato de que viram realmente o Cristo ressuscitado?
  4. e) A conversão dos inimigos. Não foram apenas amigos e simpatizantes de Cristo que se tornaram Seus seguidores. A própria família não acreditava n’Ele. (João 7:5) Paulo era um fariseu fanático que perseguia e entregava cristãos à morte. (A 9:1-2) Mas depois, vemos Tiago, o irmão do Senhor, como um dos principais líderes da Igreja, em Jerusalém (Gálatas 2:9), e Paulo pregando nas sinagogas que Jesus é o Filho de Deus! (Atos dos Apóstolos 9:20) Como explicar isso? Paulo diz: Jesus “foi visto por Tiago, mais tarde por todos apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim.”. (1 Coríntios 15:7-8)
  5. f) A expansão da Igreja Cristã. A Igreja Cristã, apesar da perseguição intensa, cresceu aceleradamente, passando de cerca de 7.500 membros, por volta do ano 100 d.C., a quase 35 milhões, em 350 d.C., um crescimento de 40% por década! Isso só pode ser explicado pelo fato de que os convertidos realmente encontraram “muitas provas indiscutíveis”. (Atos dos Apóstolos 1:3)
  6. g) A experiência cristã. Não apenas os apóstolos e os cristãos primitivos, mas milhões de pessoas, desde a Igreja primitiva até os dias de hoje, têm experimentado em suas vidas uma relação com o Cristo ressurreto. Ladrões, assassinos, bêbados, viciados, prostitutas... todo o tipo de pessoa que encontrou a fé em Jesus jamais foi a mesma. A Bíblia diz que, se você desejar, pode experimentar em si o poder da ressurreição de Cristo! (Filipenses 3:10)

CONCLUSÃO

Quando perguntaram a um ex-budista da Ásia por que ele havia se tornado cristão, sua resposta foi: “Se você chega a uma encruzilhada, e em um dos caminhos há um homem morto, e no outro um vivo, qual caminho escolheria?”

Charles Spurgeon, o grande pregador batista inglês, também declarou que, “como a cruz pagou nossa dívida, a ressurreição tomou a carta de fiança e rasgou-a em pedaços. Nada consta, nos documentos da eternidade, contra qualquer alma que crê no Senhor Jesus Cristo. A Sua ressurreição da morte livrou-nos de toda e qualquer acusação.”

Não há melhor notícia do que essa para tristes, sofredores, desassossegados, desanimados e desesperados: nosso Salvador vive e é capaz de perdoar, salvar e transformar plenamente os que se chegam a Ele! Você já teve um encontro pessoal com o Cristo ressurreto?

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