Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.    

1 Coríntios 2:10-12 

INTRODUÇÃO

O assunto a ser tratado neste trimestre refere-se à pessoa do Espírito Santo, que habita naquele que crê na mensagem da cruz e por isso por Ele está selado, e isso é promessa(Efésios 1:13). Veremos neste capítulo características da terceira pessoa da Trindade as quais confirmam as particularidades e a personalidade do Deus Espírito Santo. Confirmaremos também Sua obra ao longo da narrativa bíblica, comprovando a Sua atuação como Deus, no homem, pelo homem e para o homem. Perceberemos em algumas passagens bíblicas que ao Espírito Santo são atribuídos alguns aspectos que O caracterizam como pessoa, tendo atributos divinos no sentido de orientar e ensinar o homem no caminho do bem e da justiça a despeito da inconstância humana. A Bíblia apresenta Deus Espírito Santo como pessoa, e não coisa, o que confirma ser Ele uma personalidade divina, contrário a muitos que O rotulam de “uma força”, “uma energia”, etc. vejamos, então, como Se revela o Espírito de Deus a nós e em nós!

CARACTERÍSTICAS DA PESSOA

DO ESPÍRITO SANTO

Uma das características que encontramos no Espírito de Deus é a inteligência. Diz-se que essa é uma das qualidades humanas que distingue o homem dos outros animais. O dicionário Aurélio conceitua a palavra inteligência como “Faculdade de conhecer, de compreender; ter conhecimento profundo; habilidade para entender e solucionar problemas e adversidades”.1 Observando atentamente a Palavra, há muitos versículos que nos apresentam esse atributo do Espírito Santo, e um desses versos está no livro de Isaías, capítulo 11, verso 2, que diz “E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, e o Espírito de sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR”. O verso-chave nos fala sobre o Espírito que penetra nas profundezas de Deus, ou seja, Ele tem o conhecimento necessário do Senhor e O compreende. Sobre isso, Robertson comenta o seguinte:

O Espírito Santo não meramente nos esquadrinha, mas também as profundezas de Deus (...) e a linguagem de Paulo em Romanos 11:33 “Oh, profundidade das riquezas da sabedoria e do conhecimento de Deus”, o que Paulo está aqui expressando é simplesmente que o Espírito Santo compreende plenamente a profundidade da natureza de Deus e os planos que Ele tem em Sua graça, e que por isso é totalmente competente para dar a revelação aqui afirmada.2

 

Outro atributo do Deus Espírito Santo expressa-se na emotividade, assim como uma pessoa revela suas emoções, o Espírito de Deus também Se apresenta na Palavra como alguém que tem sentimentos. Em Atos dos Apóstolos 15 verso 28, há uma afirmação que mostra a Sua sobriedade e a Sua capacidade de julgar quando é dito “Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês maior encargo além dessas coisas essenciais:”. Além disso, na carta aos Efésios, 4:30, há uma emoção claramente descrita quando o versículo fala para que nós não entristeçamos o Espírito de Deus. Assim como qualquer ser humano pode se entristecer diante de situações desfavoráveis, seja por infidelidade, incapacidade, ou qualquer outro motivo, o Espírito também, como pessoa da Trindade, Se entristece.

Não há como negar a personalidade do Espírito Santo quando lemos Gálatas 5:22. Encontramos neste versículo várias manifestações de sentimentos, de emoções. Ele é alegre, paciente e manso, domina Suas emoções. O fruto só é produzido por quem tem a capacidade de produzi-lo, logo todas essas qualidades provêm da pessoa do Espírito Santo. Também Ele tem sentimento de compaixão, que percebemos quando a Palavra diz em Romanos, capítulo 8, verso 26, que Se compadece de nós por saber que somos fracos. Isso, inclusive, demonstra que o Espírito é dotado de vontade, o que se confirma no versículo “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer” (1 Coríntios 12:11), ao se referir à Palavra sobre os dons do Espírito.

 

OBRAS DA PESSOA DO ESPÍRITO SANTO

Uma outra forma de provar o Espírito Santo como pessoa é através de Suas obras. Desde a criação do mundo o Espírito de Deus Se manifestava como coparticipante daquele momento divino. Kuyper abrange essa afirmação dizendo:

Nós abordamos a obra especial do Espírito Santo na Recriação. Vimos que o Espírito Santo teve parte na criação de todas as coisas, particularmente na criação do homem; e muito particularmente no dotá-lo de dons e talentos; também que a sua obra criadora afeta a sustentação de “coisas”, de “homem”, e de “talentos”, através da providência de Deus; e que nesta série dupla de atividade trina a obra do Espírito está intimamente conectada com a do Pai e a do Filho, de modo que cada coisa, cada homem, cada talento provém do Pai, sendo a disposição nas suas respectivas natureza através do Filho, e recebendo a centelha da vida pelo Espírito Santo.3

 

Em Gênesis 6:3, podemos concluir que a afirmação anterior de Kuyper tem razão de ser, pois lemos na Palavra que o Espírito Santo agia no homem, e que naquele momento de Gênesis o Senhor o retiraria do homem devido a este “ser carnal”, o que não seria compatível com a santidade do Seu Espírito. Outra grande obra do Espírito de Deus é a intercessão por Ele realizada. Em Romanos 8 no verso 26, quando a palavra fala “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis”, o Senhor Deus recebe do Seu Espírito as nossas petições de igual para igual, visto que Ambos são pessoas de uma mesma essência, de um mesmo nível de divindade, visto que são um.

Do mesmo modo, também é grande ensinador o Espírito de Deus. Jesus afirmou em João 14:26 que o Consolador, outro nome dado ao Espírito, ensinaria ao homem todas as coisas e ainda lhe lembraria do que lhe foi dito. Essa obra do Espírito atravessa o tempo, usando pessoas para que levem o Evangelho a todos os lugares. Mas vemos nesta passagem específica de Jesus uma das funções, uma das atribuições do Espírito Santo de Deus. Kuyper novamente enfatiza a obra da pessoa do Espírito ao comentar: “Crer na Escritura é um ato de vida, do qual tu, ó homem sem vida! não és capaz, exceto se o Insuflador, o Espírito Santo, te capacitar. Ele, que fez a Sagrada Escritura ser escrita é o mesmo que te ensina a lê-lA”.4

Assim como um diretor, um gerente ou um comandante Ele delega, comissiona, envia aqueles que por Ele são habitados. No verso “E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre” (Atos dos Apóstolos 13:4), fala-se do envio de Saulo e Barnabé para Selêucia, cidade portuária do Mar Mediterrâneo. Essa era sua primeira viagem missionária, contudo não foi nenhum sacerdote que os enviou, mas o próprio Espírito de Deus que os havia comissionado para esse fim. É necessário que façamos distinção das obras divinas realizadas pelas três pessoas da Triunidade para que saibamos que as pessoas são distintas, embora sejam Um! Kuyper tece um comentário reflexivo que nos leva a um relacionamento específico com cada pessoa da Triunidade. Vejamos:

Portanto a questão relativa à obra do Espírito Santo como distinta da obra do Pai e da obra do Filho é legítima e necessária. É deplorável que muitos filhos de Deus tenham concepções confusas a esse respeito. Eles não podem distinguir entre as obras do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Mesmo em oração eles usam os nomes divinos indiscriminadamente. Embora o Espírito Santo seja explicitamente chamado de Confortador, ainda assim eles buscam conforto muito mais do Pai ou do Filho, e são incapazes de dizer por que e em que sentido o Espírito Santo é especialmente chamado de Confortador.5

 

Por isso a necessidade premente de estudarmos mais as Escrituras a fim de sermos esclarecidos pelo próprio Espírito Santo sobre as três pessoas que subsistem no Deus Triúno. Há um agir explícito das pessoas de Deus que deve ser considerado e entendido pelos Seus filhos para que saibamos efetivamente a quem nos devemos dirigir em diversas situações. É fácil observar essa distinção que se revela em alguns versos bíblicos. Vejamos o que diz João 16:23: “E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar”, analisemos a expressão “tudo quanto pedirdes a meu Pai”, Jesus estava falando com Seus discípulos que eles poderiam pedir ao PAI, porém não de qualquer maneira, pois há um intermediador, que é o próprio Jesus, visto que na continuação do verso Ele diz “em meu nome”.

No livro de João ainda, no capítulo 14, versículo 13 e 14, onde se lê “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”, vemos claramente a diferença existente entre duas pessoas, uma (Deus Pai) a quem o pedido deve ser dirigido, e a outra (Deus Filho) que é intermediária nesta situação mediadora. Assim também vemos a ação da pessoa do Espírito Santo em nossas vidas ao lermos João 16:13: “Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir”. Fica óbvio a especificidade da função, da obra da pessoa do Espírito do Senhor na vida do cristão, não é o caso de não levar em consideração a presença de Deus Pai e de Deus filho em nossas vidas, mas compreender que cada pessoa da Triunidade tem uma função específica na vida do homem.

Cabe a cada um de nós, cristãos, discernirmos a pessoa do Pai, do Filho e do Espírito, primeiramente para sabermos que são três as pessoas, por isso dizemos Deus Triúno; segundo, para conhecermos as funções de cada Um; terceiro, para sabermos a quem nos dirigir em determinadas situações. Se mal compararmos, podemos trazer essa situação para a nossa vida secular. Somos regidos por três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, independentes e interdependentes entre si, contudo os três possuem finalidades distintas que, em princípio, é para o bem comum da sociedade. A obra do Espírito está em curso e é bem específica, como esclarece Severa “A vida com Deus por meio de Cristo, do início ao fim, se realiza no Espírito Santo. A principal obra do Espírito Santo é glorificar a Cristo, revelando-O a nós, unindo-nos ao Senhor e reproduzindo em nós a vida e o caráter de Cristo. Para isto, Ele atua de diversas maneiras”6

A pessoa Deus Espírito Santo tem a incumbência de convencer o ser humano (João 16:8-11). Importante frisarmos esta passagem bíblica para que não queiramos assumir o papel do Espírito e sermos taxados de inoportunos, desagradáveis e irritantes, entre outros adjetivos, quando nos nossos momentos de evangelização. Procuremos entender que é o Espírito de Deus que convence as pessoas; nós, cristãos, somos uma ferramenta, um canal, um portador da Mensagem da Cruz, a obra na verdade é do Senhor, Ele irá convencer o incrédulo. Convencida a criatura sobre o Evangelho, o Espírito de Deus a guiará no caminho da verdade, que é Jesus, o qual é a Verdade, e isso levará a pessoa ao processo de santificação na presença de Deus (Efésios 2:5). E nada melhor do que estar próximo para melhor aprimorar o seu caminhar, então o Espírito “fixa residência” no novo convertido para dar orientações para todos os “cômodos” da vida do renascido.

 

ATITUDES RELACIONADAS À PESSOA

DO ESPÍRITO SANTO

Diversas atitudes podem ser tomadas diante da pessoa do Espírito de Deus, e uma delas é a de obediência. Lembremo-nos de que toda essa situação pecaminosa atual começou exatamente quando o primeiro homem e a primeira mulher desobedeceram a Deus Pai. Pedro foi um discípulo inconstante e impulsivo, porém em Atos dos Apóstolos 10:19-21, percebemos um Pedro sóbrio e pronto para obedecer ao seu Senhor. Esses versículos citados nos mostra que o Espírito de Deus ordena a Pedro que tome uma atitude a qual prontamente foi tomada pelo apóstolo. Ou seja, houve um relacionamento pessoal no qual a pessoa do Espírito foi obedecida em Sua autoridade. Mas pode haver resistência por parte do homem ao que o Espírito tem ensinado. Podemos ver isso na fala de Estevão, quando na sua defesa da fé, ele pronuncia: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim, vós sois como vossos pais” (Atos dos Apóstolos 7:51).

A pessoa do Espírito de Deus ainda tem uma particularidade que a difere da pessoa do Deus Pai e da do Deus Filho. Aqui também podemos perceber claramente a distinção entre as três pessoas de Deus, vejamos: “Portanto, eu vos digo: todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro” (Mateus 12:31-32). Estas palavras do Senhor Jesus são claras e elucidativas, o Espírito Santo é uma das pessoas da Triunidade, distinta das outras duas, Sua personalidade é única, provada nessas palavras do Mestre que destaca uma peculiaridade do Espírito, contra cuja pessoa a blasfêmia não tem perdão. Embora o Pai, o Filho e o Espírito Santo sejam Um (mistério de Deus), Um d’Eles tem uma ressalva quanto a ser ofendido.

A obra da pessoa do Espírito de Deus é tão intensa que provoca reações no ser humano, de aceitação ou de rejeição. As características da Sua personalidade, inteligência, emoções, vontade; as funções que desempenha, ensinar, guiar, comissionar, interceder, tudo isso revela o Deus de amor e de justiça, que permeia toda a Bíblia. Broadman, em seu Comentário Bíblico, faz uma bela reflexão sobre o poder e a obra do Espírito Santo:

A abordagem da Bíblia exige um senso de dependência do Espírito Santo e uma comunhão dinâmica com ele. Homens movidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus. Daí, pessoas atentas ao Espírito, guiadas pelo Espírito, que receberam poder do Espírito e estão ansiosas para fazer a vontade do Espírito ouvem melhor a palavra que vem de Deus. Ele é o divino Conselheiro, o supremo Intérprete. Ele conhece a vontade de Deus. Ele faz da Palavra escrita uma palavra viva, escrita no coração, para ser “conhecida e lida por todos os homens” (II Cor. 3:2).7

 

A importância da pessoa do Espírito Santo para o cristão é singular, posto que Ele é o Consolador, Aquele que habita em nós, que cremos, e quem nos guia diariamente em nossa caminhada com Deus. A Bíblia nos fala do Deus Criador (Gênesis 1:1) que, no início estava acompanhado pelo Espírito Santo (Gênesis 1:2) e por Jesus (João 1:1). Fala-nos também do Deus Redentor, Jesus, citado em Lucas 1:15 verso que diz “Ele estaria diante do Senhor e cheio do Espírito Santo”. E para confirmar, vemos em João 14:26 o Deus consolador, Aquele que seria enviado pelo Pai, em nome do Filho para ensinar e lembrar tudo sobre o que Jesus deixou de mensagem para a humanidade. São transparentes as palavras que enfatizam a obra, a função e o momento de cada pessoa da Triunidade, basta que busquemos em oração a sabedoria que vem de Deus para que cada dia possamos nos relacionar melhor com a pessoa do Espírito Santo, nosso Deus consolador e grande ensinador.

 

CONCLUSÃO

A leitura aplicada da Bíblia, com a ajuda do Espírito Santo de Deus, dá-nos todos os dias um pouco mais do conhecimento divino. Esse conhecimento nos revela mais e mais a grandeza do nosso Deus, Seu caráter, Sua personalidade e Sua obra. É necessário que reconheçamos o Seu caráter para que sejamos o mais parecido com Ele. Necessário também observar a Sua personalidade para que saibamos obedecer aos Seus mandamentos e assim dar-Lhe honras. E identificar cada pessoa em Deus para melhor entender a função de cada Um, a fim de saber que o pedido é feito à pessoa de Deus Pai, e à pessoa do Deus Filho cabe a mediação entre a Criatura e o Criador, e a pessoa do Espírito de Deus é a que, habitando em nós, nos orienta em toda boa obra. Contudo no quesito amor, justiça e juízo as três pessoas se alinham na Unidade, sendo o único Deus Triúno.

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

  1. O que você entende como personalidade?

R.

 

  1. Sabendo que o nosso Deus é Triúno, e que não há variação em Sua finalidade quanto à salvação do homem, explique então como se dá a função de cada pessoa de Deus no plano de resgate do ser humano das garras do pecado.

R.

 

  1. Cite três características da personalidade do Espírito de Deus.

R.

 

  1. A atuação do Espírito Santo data do início de tudo, pois no início Ele já existia (Gênesis 1:2). Identifique então pelo menos três atuações do Espírito de Deus na vida do ser humano.

R.

 

  1. Que atitude em relação ao Espírito de Deus é imperdoável? Como se explica essa diferenciação em relação às outras pessoas de Deus?

R. 

 

1https://www.dicio.com.br/inteligencia/ dia 5.11.2018, 09:08

2 ROBERTSON, Archibald Thomas. COMENTARIO AL TEXTO GRIEGO DEL NUEVO TESTAMENTO. Barcelona. Ed. Clie. 2003, p. 23

3 KUYPER, Abraham. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO. Tradução livre de Eli Daniel da Silva. B. Horizonte. 2003, p. 83

4 KUYPER, Abraham. 2003, p. 121

5 KUYPER, Abraham. 2003, p.57

6 SEVERA, Zacarias de Aguiar. MANUAL DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA. Curitiba. A. D. Santos. 2014, P. 258

7 ALLEN, Clifton J. COMENTÁRIO BÍBLICO BROADMAN. Vol. 1. Tradução de Adiel Almeida de Oliveira. R. Janeiro. Junta de Educação Religiosa e Publicações. 1987, p. 32

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