Banner da lição da escola bíblica vigentePara se se ter uma vida espiritual saudável, a busca diária através da oração e da leitura bíblica não é algo opcional. Se quisermos permanecer de pé espiritualmente, mesmo sendo bombardeados todos os dias pelo inferno e todos os tipos de tentações, é imprescindível buscar na fonte eterna, que é Cristo Jesus, forças para cada dia de batalha. Cada cidadão do Reino de Jesus deve tomar sua carne, suas vontades e lançar-se de vez, sem olhar as circunstâncias adversas.

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  Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.    

João 14:26 

INTRODUÇÃO

   Na presente lição, faremos a tentativa de estudar e compreender sobre a “Revelação de Deus”, ou seja, como Ele Se comunica conosco e como podemos conhecê-lO pelos meios que Ele Se revela a nós. Caminharemos por alguns textos das Escrituras tendo ela como nossa base e autoridade fi nal, mas sempre que possível recorreremos também a comentários já feitos por pessoas, por estudiosos sedentos por ajudarem a nos encontrar em Deus, sempre que nos forem úteis, é claro. Por se tratar de um tema amplo e devido a falta de tempo hábil, vamos nos deter em sua linha mestra, explorando o conceito de Revelação, a Revelação Geral e a Revelação Especial, de forma sucinta, mas sem comprometer a profundidade do tema e nem sua compreensão, não nos esquecendo que em última instância é a Bíblia Sagrada que estará sempre certa e por ela todo este estudo deverá ser julgado.

 

CONCEITO DE REVELAÇÃO

   Entende-se por Revelação de forma geral a exposição de algo anteriormente desconhecido, e que de alguma forma encontrava-se encoberto ou fora do alcance da compreensão humana. Na Teologia, pode-se obter alguns conceitos básicos e que servem como linha mestra que conduz o pensamento e a discussão teológica, seja ela acadêmica ou não.

   Para Champlin, a “Revelação é o desvendamento que Deus faz de Si mesmo, girando em torno da pessoa de Jesus Cristo, através da criação, da história, da consciência humana e das Escrituras. Não há um termo técnico para exprimir a ideia nas Escrituras, a mesma é expressa de vários modos. Duas palavras gregas são mais comumente usadas: apocalúptein e farenoün. Entre as duas há sutis sombras de significado. A primeira significa desvendamento, ao passo que a segunda aponta mais para o conceito de manifestação daquilo que fora desvendado. Portanto, a ideia de revelação envolve o que antes era misterioso, oculto e desconhecido.”. Floral Ureta traz uma definição do termo afirmando que “entendemos por revelação a comunicação de uma verdade de conteúdo, de cunho religioso, feito por Deus ao homem, e que é de tal natureza que este, por si, não poderia alcançar”. Inda que de forma resumida, Zacarias Severa afirma que “na Teologia revelação é o ato de Deus manifestar a Si mesmo e a Sua mensagem ao homem”.

   Assim, considerando as definições e conceitos acima expostos pode-se entender a revelação como o ato de Deus Se fazer pessoalmente conhecido entre os homens. Estes conceitos abrangem verdades como o fato desse conhecimento ser primeiramente uma iniciativa do próprio Deus, ou seja, é d’Ele que parte a iniciativa de Se fazer conhecido, pois sendo Deus não pode ser objeto de observação da Ciência e nem de especulação da mente humana, tudo o que se pode saber de Deus é dentro dos limites da própria revelação. Em segundo lugar, está o fato de que todo pensar e falar em Deus são conduzidos pelo fato de Ele ter Se revelado, de forma que fora da revelação não há compreensão de Deus. Pode-se ainda acrescentar o fato de que Deus lança mão de várias formas e métodos para que Ele seja conhecido pelo homem, por isso a revelação se dá de várias formas e em níveis diferentes, de maneira que ela permeia a humanidade em todas as épocas e em todas as relações.

   É acessível ao homem que possui desde o conhecimento mais rudimentar e primitivo até ao mais desenvolvido intelectualmente, encontra-se presente em todas as culturas e em todos os povos. Portanto, todo ser humano possui condições de não apenas alcançar, mas sobretudo de ser alcançado pela revelação que Deus faz de Si mesmo. Mesmo que o pecado tenha causado a ruptura entre Deus (Isaías 59:2) e o homem e imposto séria consequência à humanidade (Romanos 6:23), o Senhor não Se faz indiferente à criatura, Ele a busca e a ela Se revela, Ele Se comunica de maneira que todos tenham condições de responder à Sua revelação. Zacarias Severa acertadamente comenta a esse respeito afirmando que: “Não fora a revelação de Deus, o homem não poderia ter conhecimento da divindade. Deus não é parte da criação, logo Ele não pode ser descoberto na natureza pela pesquisa humana”. Os teólogos em geral assim classificam a revelação de Deus conforme pode-se ver a seguir.

 

REVELAÇÃO GERAL

   Revelação Geral é o testemunho que Deus dá de Si mesmo para todas as pessoas, em todas as épocas e em todos os lugares, é chamada de “geral” por estar disponível a todos e sem apelo à fé ou chamado ao arrependimento. Ela pode ser vista da seguinte maneira:

   Através da criação: A criação dá testemunho de Deus e O revela como Realidade Eterna, bem como Seus atributos e Sua natureza. Alguns textos bíblicos servem par nos ajudar a entender essa verdade como, por exemplo, Salmos 19 ao afirmar que “Os céus declaram a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até os confins do mundo”(19:1-4), todo universo é um testemunho constante da existência de Deus, em linguagem “muda”, tanto os céus com sol, lua e estrelas quanto a extensão da terra incluindo tudo o que nela existe é uma declaração permanente(de dia em dia e de noite em noite) de Seu Criador, dessa forma Ele, por meio de Sua criação, continuamente Se revela. Portanto, “a glória de Deus é a majestade única de Seu Ser como é revelado ao homem, aquela manifestação de Sua Deidade que a criatura deve reconhecer com reverente adoração. Toda a criação é uma revelação de Deus, mas os céus em sua vastidão, esplendor, ordem e mistério são o reflexo mais impressionante de Sua grandeza e majestade. O observador mais simples pode ler a mensagem”72. Muito esclarecedor a esse respeito é o comentário de Benson: 

O hebraico, םירפסמ , mesapperim, é literalmente, eles dizem, ou pregam a glória de Deus. E esta linguagem dos céus é tão clara e seus caracteres são tão legíveis que todas as nações, até as mais bárbaras, que não têm habilidade em línguas ou letras, são capazes de entender e ler o que elas declaram. O firmamento Ou a expansão, todo o vasto espaço que se estende da terra até os céus estrelados, e especialmente a atmosfera, compreendendo aquela mistura fluida de luz, ar e vapores, que em todo lugar é difundida sobre nós; e às influências das quais são devidas toda a beleza e fertilidade da terra, e toda a vida vegetal e animal: todas estas através de suas múltiplas e benéficas operações, bem como por sua beleza e magnificência, mostram sua obra - Como Criador, Preservador e governador. A excelência do trabalho descobre quem foi o autor dele, que não veio por acaso, nem fonte de si mesmo, mas foi feito por um Ser de infi nita sabedoria, poder e bondade”.

   Ainda no Salmos 8 temos as seguintes declarações sobre o testemunho de Deus através da criação quando o salmista afirma “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnifico em toda terra é o teu nome!” (Salmos 8:1) e também “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabelecestes”(Salmos 8:3). Também em Isaías a mesma verdade se expressa da seguinte maneira:. “Levantai ao alto os olhos e vedes. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e em poder, nem uma só vem a faltar” (Isaías 40:26). As Escrituras afirmam claramente que a natureza dá evidências claras e compreensíveis a todos da existência de Deus, de Seu poder, sabedoria e soberania.

   Através da consciência humana: o homem feito como um ser moral, intelectual e religioso, aponta para um criador também moral, intelectual e espiritual. Já nos primórdios da criação esse fato é bem claro como se pode conferir. “Também disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme nossa semelhança... Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”(Gênesis 1:26-27). Nas palavras de Zacarias Severa “de modo geral o homem não vive sem a ideia da divindade e sem religião, pois sabe que há uma divindade da qual é dependente e terá que prestar contas”. Em concordância com isso ainda podemos citar as palavras do Apóstolo Paulo expressas na carta aos Romanos: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Romanos 1:18-20).

   Através da história: os acontecimentos históricos são também testemunhos de Deus, com Sua providência e Seu controle sobre todas as coisas, como se pode ver em alguns textos: “É ele quem muda o tempo e as estações, remove e estabelece reis”(Daniel 2:21); em Amós: “Não sois vós para mim, ó filhos de Israel, como os filhos dos etíopes? Diz o Senhor. Não fiz eu subir a Israel da terra do Egito, e de Caftor, os filisteus, e de Quir, os sírios?”(Amós 9:7); em Atos temos a declaração de que Deus “de uma só vez fez toda a raça humana para habitar sobre a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação”(Atos dos Apóstolos 17:26). A própria história do povo de Israel como nação desde seu ancestral Abraão nos dá conta de que os acontecimentos deste mundo não são alheios ou acidentais, mas que Deus está no centro e mantém tudo sob Seu controle. Ainda quando lemos em Daniel caps. 2:31-45, 5:24-31, 7:1-28, 8:1-27, 9: 20-27 e 11:1-45 fi ca ainda mais evidente, pois até mesmo surgimentos e quedas de grandes impérios como o grego e romano, por exemplo, foram previamente avisados, com centenas de anos antes que o fato ocorresse.

   É necessário ter em mente que a Revelação Geral, embora testifique a respeito de Deus e O revela, ela possui algumas limitações. De forma resumida, Conner faz as seguintes afirmações sobre isso: “primeira, ela não proporciona uma evidência indiscutível de Deus; segunda, não proporciona um conhecimento sufi ciente de Deus que possa nutrir a vida religiosa; terceira, a revelação geral é preparatória para a revelação de Deus em Cristo”. Essa revelação não há apelo à salvação e nem convite à comunhão com Deus. Nas palavras de Franklin Ferreira “ela é apenas informativa [...] o alvo dessa revelação geral é deixar claro para todos os seres humanos que o Deus criador existe”.

 

REVELAÇÃO ESPECIAL

   Já vimos anteriormente que na Revelação Geral obtémse conhecimento acerca de Deus através da natureza, da consciência humana e da história. A mesma é limitada, necessitando, portanto, de complemento para que se possa chegar ao pleno conhecimento da pessoa de Deus. A esse “complemento” dá-se o nome de Revelação Especial (ou Revelação Específica). Trata-se de uma revelação conceitual no sentido de ser uma verdadeira comunicação oferecida a todos os homens [...].Essa revelação é pessoal, definida e salvadora. Pessoal porque o próprio Deus comunica-Se com o homem; definida porque há verdades definidas que Deus comunica; e salvadora porque tem propósito de salvar o homem “77.

   A Revelação Especial ocorre fundamentalmente de duas maneiras: Pelas Escrituras e através da pessoa de Jesus Cristo.

   A Revelação Especial através das Escrituras: As Escrituras é fonte de toda doutrina cristã e autoridade final em assuntos de fé, nela temos a revelação e o plano de Deus para a redenção do homem, portanto a primeira (em sentido de prioridade) que tem respostas adequadas e seguras para fortalecer a fé e a vida cristã. “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fi m de que pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Romanos 15:4), “jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito santo” (2 Pedro 1:21), “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprio olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da Vida” (1 João 1:1); “O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros”(1 João 1:3); “Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa”(1 João 1:4) e “Foi a respeito dessa salvação que os profetas indagaram e inquiriram, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada, investigando, atentamente, qual a ocasião ou quais as circunstancias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiram. A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, coisas essas que anjos anelam perscrutar” (1 Pedro 1:10-12). São textos (dentre outros) sobre os quais firmam a doutrina da Revelação Especial.

   A respeito da centralidade das Escrituras como meio da Revelação Especial, Franklin Ferreira comenta: 

   “Os autores do Novo Testamento, ao tratar das Escrituras, afirmaram a mesma convicção na sua importância na redenção de um povo para Deus. Esses autores também seguiram os escritores do Antigo Testamento com sua ênfase no fato de que Deus se revela de forma especial não apenas para salvar um povo, mas também para alimentar, acalentar e alegrar essa comunidade. [...] não é possível receber graça salvadora por meio da revelação geral. É necessária uma revelação complementar para levar-nos a salvação. [...] podemos afirmar que não é possível alguém receber a Cristo como salvador à parte da Escritura. Somente por meio dela é que compreendemos nosso estado de miséria diante de Deus, a grande salvação que recebemos mediante a fé em Jesus Cristo e a nova vida no Espírito no qual somos inseridos. Por isso, precisamos afirmar a centralidade das Escrituras na vida cristã. Elas são o meio pelo qual a graça de Deus nos encontra, nela descobrimos nosso único salvador, Jesus Cristo”.

   A Revelação Especial por meio da Pessoa de Jesus Cristo: É em Jesus que a Revelação de Deus atinge seu clímax, depois que o Filho revelou o Pai, temos o mais extraordinário da revelação, fato este que se deu com a encarnação do Verbo Divino (João 1:1-14). Alguns textos nos esclarecem muito sobre essa verdade:

   “Quem vê a mim vê o Pai”(João 14:9), “Eu e o Pai somos um”(João 10:30). Além dos textos já citados, encontramos também algumas expressões bíblicas que só confirmam que o Pai é perfeita e plenamente revelado no Filho. “Também, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Colossenses 2:9), e que Ele “É resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser”. (Hebreus 1:3). Em Jesus, Deus revela quem Ele é, Cristo é a “descrição exata” de Deus, Ele não possui “reflexos” de Deus, mas tem em Si mesmo a “plenitude da divindade”, e Deus Se revela de tal maneira que Jesus afirmou não haver separação em termos de natureza divina entre Ele e o Pai ao dizer que quem O via estava vendo o Pai. Em total concordância com Zacarias Severa afirmamos o seguinte: “Por meio de Jesus os apóstolos receberam os mais excelentes conhecimentos da verdade redentora de Deus e no-los transmitiram”. Seguramente, a verdade sublime que nos foi transmitida é que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo”(2 Coríntios 5:19). Portanto, tudo que Jesus ensinou e realizou desde Seu nascimento até o dia em que foi assunto aos céus é a presença real de Deus, n’Ele Deus se tornou “tangível”, a ponto de ser tocado com as próprias mãos. 

 

CONCLUSÃO

   A Revelação de Deus está presente em toda Sua criação, tudo quanto Ele criou traz impresso Sua natureza, Seu poder, Seus atributos e testificam Sua existência como O Ser Supremo e criador de todas as coisas. Nas Escrituras é que encontramos o registro confiável, verdadeiro, seguro e infalível sobre a pessoa de Deus e de como o registro de Sua atuação na história chegou até nós pela transmissão de homens aos quais Ele chamou e inspirou para essa tarefa. Embora a Revelação Geral por si só não possa conduzir o homem ao arrependimento, a Revelação Especial assegura conhecimento pleno de Deus revelado na pessoa do Senhor Jesus. De forma que de posse desses dois modos da Revelação de Deus o homem não pode ser indesculpável diante de Deus. E finalmente, é pela operação do Espírito Santo que o homem alcança o clímax da Revelação e pode desfrutar de todas as bênçãos que dela advém.

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

 

1. O que é revelação?

R.

 

2. Em que difere a revelação geral da revelação especial?

R.

 

3. Por que apenas por meio da revelação geral o homem não pode ter conhecimento que o conduz à salvação?

R.

 

4. Quais as formas pelas quais temos acesso à revelação especial?

R. 

 

5. Qual o clímax da revelação de Deus ao homem?

R.

 

6. De que maneira Jesus é a mais perfeita e completa revelação de Deus?

R.

 

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