Banner da lição da escola bíblica vigentePara se se ter uma vida espiritual saudável, a busca diária através da oração e da leitura bíblica não é algo opcional. Se quisermos permanecer de pé espiritualmente, mesmo sendo bombardeados todos os dias pelo inferno e todos os tipos de tentações, é imprescindível buscar na fonte eterna, que é Cristo Jesus, forças para cada dia de batalha. Cada cidadão do Reino de Jesus deve tomar sua carne, suas vontades e lançar-se de vez, sem olhar as circunstâncias adversas.

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  O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra está na minha boca.    

INTRODUÇÃO

   Alguns já afirmaram que a Bíblia é inspirada por “inspirar” as pessoas, que encontram beleza poética e lições morais em seus escritos. Mas não é isso o que torna a Bíblia inspirada. Se o fosse, obras como as de Shakespeare, Homero e John Milton poderiam ser colocadas na mesma categoria que ela. A Bíblia é superior a qualquer simples peça literária, pois se origina, como temos estudado, do próprio Deus. Outros consideram a Bíblia inspirada por ela conter a Palavra de Deus, juntamente com algumas lendas e fábulas. Essa não é a posição cristã ortodoxa. A Bíblia não contém a Palavra de Deus; ela é a própria Palavra de Deus, em sua inteireza. Jesus afirmou que ela é a verdade (João 17:17).

   À luz dos dados bíblicos, ambas as posições acima são insustentáveis. A Bíblia não é simplesmente uma literatura inspiradora, e nem um registro falível com alguns pronunciamentos de Deus, mas é a infalível revelação de Deus. Foi o Espírito de Deus quem falou por meio dos escritores bíblicos (2 Crônicas 20:14; 24:20; Ezequiel 11:5). Deus mesmo dá testemunho da Sua Palavra (Salmos 78:1; Isaías 51:15-16 e Zacarias 7:9-12). Assim como na última semana apresentamos os erros de algumas interpretações sobre a inspiração bíblica, nessa lição daremos continuidade, apontando os erros em outras visões.

 

INSPIRAÇÃO DINÂMICA

   A teoria da inspiração dinâmica ensina que Deus inspirou as ideias da Bíblia na mente dos seus escritores, mas não as suas palavras; estas ficaram por conta deles.43 Para esta teoria, os autores bíblicos eram infalíveis em questões de fé e prática religiosa, porém, poderiam ter cometido alguns erros ao relatarem informações não-religiosas (como dados históricos, geográficos, científicos etc.). Deus teria guiado os autores humanos, mas permitindo uma maior liberdade de expressão, a ponto de alguns equívocos acabarem entrando para a Bíblia. Porém, a ideia de que apenas os pensamentos, mas não as palavras empregadas pelos autores foram inspiradas não se sustenta. Os escritores bíblicos às vezes baseiam seus argumentos numa expressão em particular ou em uma única palavra. Vejamos alguns exemplos disso.

   Em Gálatas 3:16, Paulo faz uma discussão a partir de Gênesis 13:15 e 17:8, empregando como argumento o uso de uma palavra no singular (“semente”, “descendente” ou “descendência”, dependendo da versão bíblica) ao invés de no plural (“sementes”, “descendentes” ou “descendências”). Todo o significado do texto depende de a palavra usada em Gênesis ter sido usada no singular ou plural. Em João 10:34- 36, lemos: “jesus lhes respondeu: não está escrito na lei de vocês: ‘Eu disse: Vocês são deuses’? se ele chamou ‘deuses’ àqueles a quem veio a palavra de deus (e a Escritura não pode ser anulada), que dizer a respeito daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo? Então, por que vocês me acusam de blasfêmia porque eu disse: ‘sou filho de deus’?”

   O argumento que Jesus constrói contra as autoridades religiosas depende do emprego específico da palavra “deuses” pelo salmista. Se a Bíblia utilizou a palavra simbolicamente para se referir aos juízes de Israel, de cujas decisões podiam depender a vida ou a morte de uma pessoa, muito mais direito tinha Jesus então de aplicar o título a si, visto Ele ter sido santificado e enviado ao mundo pelo próprio Pai. E para finalizarmos, vejamos o texto de Mateus 22:31-32: “E quanto à ressurreição dos mortos, vocês não leram o que deus lhes disse: ‘Eu sou o deus de abraão, o deus de Isaque e o deus de Jacó’? Ele não é deus de mortos, mas de vivos!”

   Ao corrigir a falsa crença dos saduceus, os quais negavam a ressurreição dos mortos, Jesus cita as palavras exatas de Êxodo 3:6, onde séculos após a época dos patriarcas, Deus Se apresenta a Moisés dizendo “Eu sou o deus de abraão, Isaque e Jacó”, ao invés de “Eu era o Deus” deles. “A força deste argumento depende da exatidão de uma palavra, que é um tempo verbal: ‘sou’”.44 Uma ideia ou pensamento inspirado só pode ser expresso por palavras inspiradas. Não é possível separar a palavra da ideia. A inspiração da Bíblia não foi somente “pensada”, mas também “falada”. A esse respeito, veja os textos de 1 Coríntios 2:13, Hebreus 1:1 2 Pedro 1:21 e Apocalipse 22:18-19.

   Jamais foi comprovado que a Bíblia possua qualquer erro, em qualquer declaração que faça. Com muitas acusações que foram feitas, conhecimentos posteriores sobre a língua, a história e a cultura antigas acabaram por remover as dúvidas. Vejamos dois exemplos, um retirado da área da Ciência e outro da História. Alguns afirmavam que a Bíblia estava errada ao classificar o morcego como uma ave, em Levítico 11:19. A Ciência moderna afirma que o morcego é um mamífero, e não uma ave, devido às fêmeas amamentarem os seus filhotes. Porém, a palavra traduzida por “ave”, em hebraico, é ôwph e é utilizada para se referir a qualquer animal que voa. Por si só, isso já refutaria a alegação.

   O morcego só passou a ser classificado como mamífero a partir de 1735, quando o cientista sueco Carl Von Linné publicou sua obra “systema naturae”. Para os povos antigos, criaturas como o morcego eram colocadas dentro da categoria “aves”, uma vez que todos os animais que voam eram caracterizados nesse grupo. Se essa era a categoria que eles usavam, então eles estavam corretos. Não é um erro, apenas uma diferença entre os métodos de classificação antigos e modernos.

   Os críticos afirmavam que os relatos do livro de Josué, sobre a conquista da cidade de Jericó, eram fictícios, pois cês não leram o que deus lhes disse: ‘Eu sou o deus de abraão, o deus de Isaque e o deus de a Arqueologia jamais havia revelado qualquer indício desses acontecimentos. Uma arqueóloga britânica chamada Kathleen Kenyon havia chegado a afirmar que a cidade não mais existia na época da conquista de Canaã por Josué. Porém, Bryant G. Wood, professor do Departamento de Estudos do Oriente Próximo da Universidade de Toronto, no ano 1990, após escavações na área, chegou às seguintes conclusões:

• A cidade que existia naquele lugar era muito fortificada, correspondendo ao relato bíblico de Josué 2:5, 7, 15; 6:5, 20.

• As ruínas dão evidência de que a cidade foi atacada na primavera, depois do tempo da colheita, o que está de acordo com Josué 2:6; 3:15; 5:10.

• Os habitantes não tiveram a oportunidade de fugir do exército invasor com os gêneros alimentícios que tinham armazenados, como registrado em Josué 6:1.

• O cerco à cidade teve curta duração, não permitindo que os habitantes consumissem os alimentos que estavam armazenados na cidade, como dá a entender Josué 6:15.

• Os muros estavam nivelados de maneira a propiciar o acesso à cidade pelos invasores, da forma como descreve Josué 6:20.

• A cidade não foi saqueada pelos invasores, de acordo com as instruções dadas por Deus a Josué (6:17-18).

• A cidade foi queimada depois da destruição das muralhas, tal como diz Josué 6:24.

   Logo, todos os detalhes bíblicos da história foram finalmente verificados. Concordamos aqui com as afirmações da “Declaração de Chicago Sobre a Inerrância da Bíblia”, um documento assinado por centenas de estudiosos evangélicos em 1978, os quais afirmaram:

   “Afirmamos que, em sua totalidade, as Escrituras são inerrantes, estando isentas de toda falsidade, fraude ou engano. Negamos que a infalibilidade e a inerrância da Bíblia estejam limitadas a assuntos espirituais, religiosos ou redentores, não alcançando informações de natureza histórica e científica. Negamos ainda mais que hipóteses científicas acerca da história da Terra possam ser corretamente empregadas para desmentir o ensino das Escrituras a respeito da criação e do dilúvio.”

 

INSPIRAÇÃO GRADUAL

   Alguns creem em uma forma de “inspiração gradual”, sendo algumas partes da Escritura mais inspiradas que outras. Adeptos dessa posição “normalmente, consideram sem inspiração as partes históricas, poéticas e aquelas que não são substancialmente doutrinárias, e por isto dizem que estas partes podem conter erros. Porém, a ideia de uma inspiração parcial parece contrariar a posição de Jesus e de seus discípulos. Além disto, as doutrinas cristãs normalmente se baseiam em fatos ocorridos na história; se estes fatos não são verdadeiros, a doutrina que se apoia neles também carece de fundamento confiável.”

   Paulo afirma que “toda” a Escritura é inspirada, não apenas algumas partes específicas e doutrinárias dela (2 Timóteo 3:16). Jesus, que é o nosso maior mestre, conferiu a Sua autoridade a toda a Escritura do Antigo Testamento. Falando aos apóstolos após a ressurreição, Ele declarou: “E disse-lhes: ‘foi isso que eu lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito estava escrito na lei de moisés, nos Profetas e nos salmos’. Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras.” (Lucas 24:44-45).

   Nesse texto, Jesus cita as três divisões que os judeus faziam do Antigo Testamento. A “Lei de Moisés” diz respeito ao Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia, de Gênesis a Deuteronômio. A categoria “Profetas” inclui Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e Reis, Isaías, Jeremias, Ezequiel e os doze profetas menores. A categoria “Escritos”, que Jesus resume por seu primeiro e maior livro, inclui Salmos, Provérbios, Jó, Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas. Logo, Jesus confirmou a inspiração de todo o cânon do Antigo Testamento. Mas e quanto ao Novo Testamento?

   Jesus também confirmou a autoridade do Novo Testamento quando ensinou que o Espírito Santo iria guiar as palavras dos apóstolos e fazê-los lembrar tudo o que Ele havia lhes ensinado. “mas o Conselheiro, o Espírito santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse” (João 14:26); “Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir” (João 16:13). “Embora o Novo Testamento tenha sido escrito depois das extensas aparições de Jesus na Terra após a sua ressurreição, cremos que o Senhor havia previsto a sua vinda. [...] Sabendo que o Espírito Santo guiou os escritores do Novo Testamento, e sabendo que havia sido previsto e confirmado pelo próprio Jesus, podemos confiar nas suas palavras.

 

INSPIRAÇÃO NEO-ORTODOXA

   Durante os séculos XVIII e XIX, por influência do Iluminismo, Darwinismo e outras correntes de pensamentos críticos, os teólogos europeus tornaram-se cada vez mais “liberais”, criticando a Bíblia e afirmando ser ela apenas o produto de mentes antiquadas e o conjunto de lendas do folclore judaico. No século XX, ocorreu uma reviravolta, com muitos estudiosos começando a voltar-se novamente para as Escrituras. Esse movimento ficou conhecido como NeoOrtodoxia (nova ortodoxia).

   Esses autores não abriram mão de suas opiniões a respeito da Bíblia, mas ainda assim a consideravam, de alguma maneira, um livro especial. Norman Geisler e William Nix afirmam que a Neo-Ortodoxia se desenvolveu em duas correntes: a visão demitizante e a visão do encontro pessoal.

   Segundo a “visão demitizante”, que teve como defensores Rudolf Bultmann e Shubert Ogden, a Bíblia é um conjunto de mitologias primitivas e ultrapassadas, provenientes de uma época em que as pessoas não possuíam conhecimento cientifico e, portanto, explicavam os fenômenos naturais por meio de deuses e espíritos. Por isso, a tarefa do cristão é “demitologizar” a Bíblia, ou seja, encontrar o ensinamento moral por trás de suas histórias, assim como tiramos lições de fábulas infantis. Ao retirar os elementos fictícios da história de Cristo, nos deparamos com uma mensagem sobre o amor que se sacrifica.

   A corrente do “encontro pessoal”, exposta por Karl Barth e Emil Brunner, preservam a maior parte dos dados históricos da Escritura, mas afirmando que ela contém alguns erros e imperfeições. A Bíblia não é uma revelação de Deus, mas o registro de como homens do passado tiveram um encontro pessoal com Deus. Deus é tão transcendente, isto é, tão diferente de nós, que a única forma de conhecê-lO seria por meio de uma revelação direta, um “encontro pessoal” com Ele. Assim, não é possível conhecermos a Deus nem pela criação e nem pelas palavras da Bíblia. Porém, ainda assim, às vezes Deus Se utiliza das palavras da Bíblia para testemunhar sobre Jesus ao coração do homem, para que ele tenha um despertamento espiritual. Ela não é a Palavra de Deus, mas torna-se a Sua palavra quando alguém encontra a Deus por meio dela.

   Por essa ótica, a teoria neo-ortodoxa torna-se, na verdade, a teoria da “inspiração nenhuma”. Sendo a Bíblia apenas o registro histórico de homens imperfeitos, ela não teria qualquer valor espiritual, e seria comparável a qualquer outro livro. Alguém poderia da mesma forma afirmar que obras de ficção ou livros de falsas religiões (como o Alcorão do Islã, ou o Baghavad-Gita do Hinduísmo) são inspirados, se sentirem que puderam aprender algo ou se relacionar com Deus por meio deles.

 

APLICAÇÃO

   Por que é importante que o cristão tenha uma visão correta sobre a inspiração da Bíblia? Porque essa não é uma questão simplesmente acadêmica ou intelectual, mas é o próprio caráter de Deus que está em questionamento.

   Conforme Norman Geisler e Thomas Howe apontam: “As Escrituras declaram enfaticamente que ‘é impossível que Deus minta’ (Hebreus 6:18). Paulo fala do ‘Deus que não pode mentir’ (Tito 1:2). Ele é um Deus que, mesmo que não sejamos fiéis, ‘permanece fi el, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo’ (2 Timóteo 2:13). Deus é a verdade (João 14:6) e assim também é a Palavra dele. Jesus disse ao Pai: ‘a tua Palavra é a verdade’ (João 17:17). O salmista exclamou: ‘As tuas palavras são em tudo verdade’ (SI 119:160).”

   Se uma teoria afirma que não podemos confiar em algo que a Bíblia diz, é ao próprio Deus e Seu caráter que ela está questionando. Mas o cristão tem em si o testemunho do Espírito Santo quanto à bondade e confiabilidade de Deus. Ele sabe que Deus é um Deus fi el, e que as Suas promessas têm se cumprido ao longo de toda a história e em sua própria vida. O cristão “foi iluminado, provou o dom celestial, tornou-se participante do Espírito santo, experimentou a bondade da palavra de deus e os poderes da era que há de vir” (Hebreus 6:4-5). Ele sabe que Deus não mente, não Se engana e não erra!

   É baseada em sua mensagem que, desde seu princípio, a Igreja tem pregado o Evangelho e feito a diferença no mundo. Como a Bíblia poderia ter tamanho poder de transformar vidas, se fosse um livro com origem na vontade do homem? É o fato de ela ser divinamente inspirada que a torna “como fogo, diz o senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra” (Jeremias 23:29) e “mais afiada que qualquer espada de dois gumes” (Hebreus 4:12).

 

CONCLUSÃO

   Cada palavra que lemos na Escritura foi inspirada pelo Espírito Santo, e por isso podemos confiar em suas promessas e em sua orientação prática para a nossa vida. Foi o próprio Jesus quem nos disse que mesmo os menores sinais ortográficos na Bíblia não seriam jamais descartados: “digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra” (Mateus 5:18). Jesus “está se referindo aqui à letra hebraica yodh. É a menor letra hebraica. Ela parece uma pequena vírgula sobrescrita. Certo estudioso calculou que existem 66.000 yodhs no Antigo Testamento. Jesus diz que cada um deles é importante. [...] O til, igualmente, refere-se aos pequenos sinais que fazem distinção entre as letras hebraicas. [...] Nem mesmo uma dessas pequenas partículas vai passar de uma letra em uma palavra em um versículo de toda a Bíblia.”55 Concluímos que “a Bíblia é a Palavra de Deus transmitida a nós. Devemos lê-la, estudá-la, meditar nela e, principalmente, colocá-la em prática. Em seguida, é preciso que nos juntemos a outros que partilham dessa fé preciosa, a fi m de garantir que as Escrituras sejam respeitadas e ensinadas até os confins da Terra.”

 

QUESTÕES PARA ESTUDO EM CLASS

 

1. Qual é a diferença entre os conceitos de inspiração verbal e inspiração dinâmica?

R.

2. Cite evidências bíblicas de que não apenas as ideias, mas as palavras da Escritura também foram inspiradas por Deus.

R.

3. Se encontramos alguma passagem na Escritura que não conseguimos entender, isso quer dizer que o autor bíblico realmente se enganou?

R.

4. Quais são as duas correntes da teoria da inspiração neo-ortodoxa?

R.

5. Qual é a relação entre a confiabilidade da Bíblia e o caráter de Deus?

R.

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