Banner da lição da escola bíblica vigentePara se se ter uma vida espiritual saudável, a busca diária através da oração e da leitura bíblica não é algo opcional. Se quisermos permanecer de pé espiritualmente, mesmo sendo bombardeados todos os dias pelo inferno e todos os tipos de tentações, é imprescindível buscar na fonte eterna, que é Cristo Jesus, forças para cada dia de batalha. Cada cidadão do Reino de Jesus deve tomar sua carne, suas vontades e lançar-se de vez, sem olhar as circunstâncias adversas.

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  Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.    

Isaías 40:8

INTRODUÇÃO

   Há um hino cuja letra diz: “suas promessas bem fi rmes estão, qual rocha no mar dessa vida”, firmeza, segurança, durabilidade, são todos inerentes à Palavra de Deus. A vida é cercada de incertezas quanto ao dia de amanhã, e tudo passa tão rápido que nem sequer nos damos conta de quanto a vida é breve, mas em contraste com a efemeridade e a brevidade da vida humana a Palavra de Deus permanece, de geração à geração, entre elevação e quedas de reinos, entre um acontecimento e outro, ela sempre permanece e está estabelecida para toda eternidade. Na presente lição, abordaremos sobre o “Reconhecimento da Palavra de Deus”, e para nosso entendimento serão tratados os seguintes tópicos: a importância de quem escreveu a importância de seu conteúdo, a importância de sua universalidade e a importância de sua inspiração.

 

A IMPORTÂNCIA DE QUEM ESCREVEU

   A própria Bíblia afirma que ela foi escrita por homens santos, que sendo inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus, assim, conforme o entendimento de alguns teólogos, ela possui autoria divino/humana, divina por ter sido inspirada por Deus, e tendo n’Ele sua origem e autoria primária, pois a iniciativa foi d’Ele, o método escolhido foi d’Ele, seu conteúdo revelado foi d’Ele. Humana por ter sido transmitida através de homens, e estes, embora conduzidos pelo Espírito santo, estavam imersos em sua personalidade, cultura, época, contexto etc.

   Ao se aproximar da Bíblia, quem a examina com desejo de conhecer suas verdades e delas se alimentar e viver, deve ter em mente a sublime verdade: Ela é de fato a Palavra de Deus. Sobre isso, Schafer acertadamente comenta: “a Bíblia distingue o Livro supremo e incomparável. Ela sobrepuja todos os outros livros em autoridade, antiguidade, literatura e popularidade; todavia, a sua supremacia peculiar é vista no fato de ela revelar a verdade a respeito do Deus infinito, de Sua infinita santidade, do infinito pecado do homem e de sua redenção infinita. É, portanto, razoável concluir que a Bíblia em si mesma é infinita, e como tal prova sê-lo, pois nenhuma mente humana compreendeu plenamente a sua mensagem ou mediu os seus valores”70. O que fica evidente pelo comentário acima é o fato de estar a Bíblia além da capacidade humana de produzi-la devido à sua natureza e à profundidade de assuntos por ela abordados.

   A bíblia revela os segredos mais profundos, escondidos, que a mente humana jamais poderia saber, ela foge de tudo o que o ser humano possa pensar por si só. Schafer assim escreve a esse respeito:

   “Quem dentre a humanidade cega é o autor de ficção capaz de criar concepções do Deus triúno desde toda a eternidade, que estão difundidas nas páginas das Escrituras? Quem dentre os homens desenhou o equilíbrio perfeito e peculiar das partes que cada pessoa da Trindade assume na redenção, ou o caráter divino na exibição consistente e inalterável de sua infinita santidade e amor infinito - os juízos divinos, a avaliação divina de todas as coisas, inclusive as hostes angelicais e os espíritos malignos? Quão absurda é a suposição de que o homem sozinho poderia escrever a Bíblia se ele resolvesse fazê-lo! Mas se o homem não deu origem à Bíblia, Deus deu, e por causa desse fato a autoridade dela deve ser reconhecida. [...] através de quais outros meios além da Bíblia pode alguém olhar firmemente para a eternidade passada ou futura? Todavia, a teoria de que a Bíblia não se origina em Deus somente, impõe a necessidade de se crer que criaturas restritas e temporais da terra fi zeram surgir de si mesmas as concepções sublimes da eternidade e do céu, assim como do eterno Ser de Deus, e são capazes de julgar o destino eterno de todas as coisas. O homem não poderia escrever tal livro, mesmo se ele quisesse”.

   E em concordância com Halley ainda pode-se dizer que “se estudarmos seus Livros para lhes conhecer o conteúdo, acharemos nela uma unidade de pensamento a indicar que uma Mente única inspirou a escrita e a compilação de toda a série dos seus livros, que ela traz em si o sinete do seu Autor, que, é, sentido único e distintivo, A PALAVRA DE DEUS”.

   Conforme já demonstrado acima, a Bíblia é de fato um livro cuja autoria é de origem divina (Deus como seu autor principal), não obstante, o elemento humano (seu autor secundário) teve seu papel em todo processo, desde a escrita original até sua preservação, compilação, tradução e óbvio, sua chegada até aos nossos dias. Tais autores, embora tenham sido conduzidos pelo Espírito Santo, permaneceram tão humanos quanto eram, e assim deixaram impressas nas página sagradas traços de sua personalidade, bem como as limitações culturais, geográficas, históricas e até mesmo intelectuais que lhes eram inerentes, foram de fato instrumentos de Deus, mas cada qual dentro de seus próprio limites. Convém lembrar que seus autores eram homens da maior respeitabilidade e piedade, e em sua grande maioria foram testemunhas oculares de acontecimentos por eles registrados, homens de total confiança e fidedignos se tornaram instrumentos nas mãos de Deus e transmitiram com exatidão total a mensagem cuja inspiração os conduziu a registrar.

 

A IMPORTÂNCIA DE SEU CONTEÚDO

   A Bíblia é de fato um livro relevante? Não seria ela muito antiquada para nós, do século XXI? Pois o que muitos pensam a seu respeito é exatamente isso, que se trata apenas de um livro antigo sobre mitos e lendas de um povo e um passado distante, mas se a examinarmos, encontraremos em seu conteúdo mensagens atuais e valiosíssimas, que muito tem a ensinar ao homem moderno em todas as idades e circunstâncias da vida. O apóstolo Paulo assim escreve: “toda Escritura é inspirada por deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fi m de que o homem de deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa bora”(2 Timóteo 3:16-17). O texto citado não apresenta a Bíblia como um livro religioso apenas, mas cujo proveito é para a vida em todos os sentidos, pois sua utilidade está no fato dela ser um livro que educa e prepara para uma vida justa, a exemplo podemos citar:

   Sua ética: sobre isso escreve Schafer ao afirmar que “Na Bíblia, a ética está baseada na doutrina e se torna o seu fruto legítimo. Em nenhum lugar este princípio é tão operativo como no caso do cristão que, por causa de sua posição em Cristo, é chamado para andar de modo digno de sua vocação. A ética da Bíblia é tão sobrenatural em sua origem e em seu santo caráter quanto é o estado em que o eleito de Deus é colocado”.

   Outro fator de igual importância é o fato de que a Bíblia enaltece o caráter e ações de pessoas que se mostraram dignas, mas ao mesmo traz em alto relevo a descrição completa das falhas e mazelas dos homens, sua exigência de retidão moral e ao mesmo tempo de reprovação quanto à falha em se cumprir essa retidão vai de um extremo ao outro, atinge todas as classes, do plebeu ao nobre, do inculto ao mais instruído, do pobre ao rico, do servo ao senhor. Tanto o Novo quanto o Antigo Testamento é claro na afirmação de que “todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há um sequer” (Salmos 14:3); “pois todos pecaram e carecem da glória de deus”(Romanos 3:23). Essa avaliação tão depreciativa do homem diante do Criador jamais seria produzida pelo próprio homem, ainda mais em se tratando de um livro de cunho religioso e por contrariar a perspectiva que o homem tem de si mesmo.   

   Do ponto de vista moral e ético, pode-se falar ainda no alto padrão de conduta da Bíblia, no “sermão do Monte (Mateus 5:12), nos mais variados conselhos do livro de Provérbios sobre a conduta de vida (sobre as más companhias (Provérbios 1:8-19); sobre ouvir os pais (Provérbios 4:1-2(; sobre evitar a prostituição (Provérbios 5:7-23); o perigo de se colocar como fi ador (Provérbios 6:1-5); consequências do adultério (Provérbios 6:27-30 e 32-35; 7:1-27). A Bíblia apresenta ainda muitas outras passagens sobre amor ao próximo (Mateus 12:34), resolução de conflitos (Mateus 18:15 17), sobre ansiedade (Mateus 6:25-34), o perigo da avareza e do materialismo (Lucas 12:15-21), a grandeza da humildade e serviço (João 13:1-17), relacionamento entre esposo e esposa (Efésios 5:22 33; 1 Pedro 3:1-7), relacionamento entre pais e fi lhos ( Efésios 6:1 4), relacionamento entre senhores e servos (Efésios 5:5-9), sobre vida piedosa (Tiago 1:26-27), sobre tratamento discriminatório (Tiago 2:1-9), sobre o controle daquilo que se diz(Tiago 3:2), advertência sobre enriquecimento ilícito e exploração alheia (Tiago 5:1-6), a respeito de perigo de se apegar ao dinheiro e tendo-o como um fi m em si mesmo (1 Timóteo 6:6-10).

   A continuidade da Bíblia: a Bíblia é única nesse aspecto, ela apresenta uma mensagem coerente; como literatura, possui início, meio e fi m, possui coerência e não se contradiz.

   “Ela se mantém ligada por sequência histórica, tipo e antítipo, profecia e seu cumprimento, e por expectativa, apresentação, realização e exaltação da pessoa mais perfeita que jamais andou por esta terra e cujas glórias são a refulgência do céu. Todavia, a perfeição desta continuidade é mantida contra aquilo que seria um impedimento insuperável para o homem; porque a Bíblia é uma coleção de 66 livros que foram escritos por cerca de quarenta autores — reis, camponeses, filósofos, pescadores, médicos, estadistas, eruditos, poetas e lavradores - que viveram em vários países e não tiveram uma conferência para entrar em acordo um com o outro, e num período não menor que dezesseis séculos da história humana. Por causa destes obstáculos à continuidade, a Bíblia seria naturalmente a coleção de opiniões humanas mais heterogênea, incomensurável, inconsonante e contraditória que o mundo jamais viu; mas, ao contrário, ela é exatamente o que foi designada para ser, a saber, uma narrativa homogênea, ininterrupta, harmoniosa e ordena a totalidade da história do tratamento de Deus com o homem.”.

   Seu caráter profético: a profecia bíblica se caracteriza principalmente pelo elemento tempo, pois sua veracidade deve ser atestada pelo seu cumprimento dentro da história, em alguma época e lugar. Algumas profecias foram preditas com intervalo de pelo menos mil anos, outras com intervalo de séculos, como por exemplo, entre o profeta Isaías e Jesus são pelo menos 750 anos, e o profeta já previu Seu nascimento de uma virgem (Isaías 7:14), tal profecia foi devidamente cumprida e identificada (Mateus 1:22-23). Até mesmo o local que nasceria o Messias foi profetizado pelo menos 700 anos antes (Miquéias 5:2) e foi devidamente cumprida conforme registrado em Mateus 2:1-6. Em concordância com Schafer, pode-se afirmar seguramente que: “Apenas dois vaticínios enunciados e cumpridos, como o do nascimento virginal de Cristo e que ocorreria em Belém da Judeia, bastariam para provar o caráter sobrenatural das Escrituras pela história que registra o cumprimento deles”.

  Sua atualidade: é comum ouvir em conversas e aulas de Hermenêutica bíblica a seguinte frase: “a bíblia é mais atual do que o jornal que irá circular amanhã”. Tal frase, atribuída ao Pastor e conferencista Billy Graham é pertinente e muito verdadeira. Nenhuma literatura, em qualquer ramo do conhecimento, supera a Bíblia em termos de atualidade, lógico que a mesma não apresenta dados científicos sobre os mais variados assuntos, e por possuir um caráter humano em sua composição pode se limitar em termos geográficos, históricos, por exemplo. No entanto, no que diz respeito à sua mensagem central e sua função de revelar Deus ao homem, bem como oferecer conforto, esperança, exortação e despertar o homem para o arrependimento, ela é incomparável, Schafer escreve a esse respeito dizendo:

   “Suas páginas sempre apontam para novos tesouros da verdade para aqueles que têm familiaridade com ela, e os seus apelos morais edificantes, quais gestos de ternura, nunca falham em trazer emoções à alma sensível. De nenhum outro livro além da Bíblia, pode ser dito verdadeiramente que a sua mensagem é perenemente atual e eficaz. Esta coleção de livros tem se sustentado firme no mundo como nenhuma outra. A literatura da Grécia, que sobe como um incenso da terra dos templos e dos feitos heroicos, não tem metade da influência deste livro provindo de uma nação desprezada tanto no tempo antigo quanto nos tempos modernos... Ela chega igualmente ao casebre do homem comum e ao palácio do rei. E está entrelaçada na literatura do erudito, e colore a conversa das ruas. Ela entra nos aposentos particulares dos homens, mistura-se com todo o sofrimento e alegria da vida.”.

   Estes são apenas exemplos de como a bíblia possui um valor inestimável em seu conteúdo.

 

A IMPORTÂNCIA DE SUA UNIVERSALIDADE

. Quando Jesus foi crucificado, Pôncio Pilatos ordenou que fosse colocado um letreiro sobre Sua cruz com a seguinte frase: “Jesus nazareno, o rei dos judeus”, todos os quatro evangelhos relatam tal fato; (Mateus 27:37 Marcos 15:26 Lucas 23:38 João 19:19), o escritor Lucas observa que estava escrito em três idiomas; o hebraico, o grego e o latim. Pilatos desejava enviar uma mensagem intimatória, mostrando o que aconteceria com quem se declarasse (ou fosse declarado) “Rei dos judeus”, pois a Judeia era governada por Roma e estava sob sua jurisdição, mas por outro lado tal mensagem era na verdade uma proclamação universal, declarando que Jesus de fato era o Messias, pois fora escrita nas línguas oficiais e de maior alcance naquela época, e o local da crucificação era bem visível, pois fi cava próximo à entrada da cidade, e todos quanto entravam ou saíam, obrigatoriamente, poderiam lê-la.

   Pois bem, o que isso tem a ver com a presente lição? O fato de que a Bíblia continua sendo o livro que mais tem sido divulgado, lido, adquirido e traduzido em todo o mundo. Segundo dados da Sociedade Bíblica do Brasil,

   “as Escrituras Sagradas estão disponíveis para 2.935 idiomas falados por 6,039 bilhões de pessoas. Só em 2015, foram feitas traduções para 50 idiomas, falados por quase 160 milhões de pessoas, com auxílio das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU). Graças aos esforços dessa aliança global presente em mais de 200 países e territórios, a Bíblia na íntegra está disponível em 563 idiomas, falados por cerca de 5,1 bilhões de pessoas e o Novo Testamento em 1.334 idiomas adicionais falados por 658 milhões de pessoas. Paralelamente, de acordo com as SBU, crescem as traduções das Escrituras para línguas de sinais e em Braile”.

   A Palavra de Deus é a revelação de Sua vontade e de Seu plano redentor para a humanidade, e é desejo de Deus que todos os homens tenham pleno conhecimento de Sua Palavra e que nela creia, e seja salvo (1 Timóteo 2:4). Assim, se torna necessário que Sua Palavra tenha alcance universal, que chegue a todos os lugares e a todos os homens, se tivéssemos que traçar um limite geográfico para que a Palavra de Deus fosse conhecida, tal limite seria “até os confins da terra” (Atos dos Apóstolos 1:8). E nesse sentido a Bíblia é única em alcance global desde sua origem escrita.

   Pode-se destacar alguns fatos, como por exemplo: foi o primeiro livro traduzido para outro idioma, foi o primeiro livro a ser enviado de uma região à outra, e desde então ela percorre o mundo, está presente em praticamente toda a literatura, tem porções dela escrita em todos os lugares como em túmulos, faixada de pontos comerciais, em ruas, em dedicatórias, em cartas de todos os gêneros; ela inspira poetas, cineastas, músicos, e em se tratando do Brasil está em todas as repartições públicas e até mesmo nas propagandas eleitorais; bem, se todos os lugares e momentos em que a Palavra de Deus é citada de forma escrita ou verbal são adequados ou por motivações nobres, não é objeto de discussão na presente lição, mas sim o fato de que nenhum outro livro de nenhum gênero possui o alcance e a influência que tem a Bíblia, nem mesmo os escritos dos grandes filósofos como Platão, por exemplo, possui o mesmo número de cópias a partir de seus originais como o tem a bíblia. Isso faz dela um livro que não se pode classificar entre os demais, pois é superior a todos, ela é a Palavra de Deus.

 

A IMPORTÂNCIA DA SUA INSPIRAÇÃO

   Por “inspiração” entende-se o agir de Deus sobre os escritores que transmitiram sua mensagem revelada aos homens, que no ato da escrita foram movidos pelo Espírito Santo, foram conduzidos   por Ele, embora estivessem em pleno exercício de suas faculdades mentais. Schafer apresenta o seguinte entendimento quanto à inspiração, dizendo:

   “O USO TEOLÓGICO do termo inspiração é uma referência àquela influência controladora que Deus exerceu sobre os autores humanos por quem Antigo e Novo Testamentos foram escritos. Ela tem a ver com a recepção da mensagem divina e com a exatidão com que ela é transcrita”79. Tal processo é de suma importância para a compreensão das Escrituras como Palavra de Deus, pois sem inspiração não há revelação de Deus e a Bíblia seria apenas um livro antigo e sem eficácia algumas na vida das pessoas, transformando-as em sua natureza e caráter.

    O que torna a Bíblia um livro digno de confiança é exatamente seu caráter único em termo de inspiração, ela se torna o caminho seguro por onde o homem pode seguir sem medo, pois não contém erros.

   “A parte da reivindicação decisiva da Bíblia com relação à sua inspiração [...], há duas considerações importantes, a saber: (a) as Escrituras são em si mesmas um fenómeno de caráter tal que apresenta a verdade em tão grande escala e de modo tão maravilhoso [...]. Tal revelação insuperável dificilmente poderia ser apresentada em sua perfeição de forma à parte da inspiração divina; (b) os homens que serviram como autores dos livros da Bíblia eram em si mesmos testemunhas dignas de confiança [...]. Estes homens não estavam enganados nem eram enganadores “.

   Conforme exposto acima, toda a Escritura depende, para sua autoridade em matéria de fé, ser um livro cuja origem não seja a mente humana, o elemento humano continua em sua autoria, mas seu idealizador e inspirador é Deus, que através dela Se revela.

 

CONCLUSÃO

   Poder ter segurança nas promessas de Deus é fonte de consolo e esperança em um mundo tão caótico. A Bíblia prova ser um livro inspirado por Deus e transmitido à humanidade por homens santos, que foram portas escolhidas para nos legar um registro da vontade e da revelação de Deus. Em todos os aspectos, a Bíblia prova ser um livro superior e que foge dos padrões humanos de produzirem uma literatura cujo caráter é infinitamente superior à mente humana, em nada ela se iguala. É dever de todo homem piedoso o estudo cuidadoso e sincero da Bíblia, pois ela é fonte não apenas de instruções morais e religiosos mas sobretudo fonte de vida eterna para quem dela se alimenta. 

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

1. Quanto à autoria da Bíblia, por qual razão ela possui autoria divina e humana simultaneamente?

R.

2. O que torna o conteúdo da Bíblia algo importante para a fé cristã?

R.

3. Qual a relação entre as frases “Jesus de Nazaré” e “rei dos judeus” (Mateus 27:37)?

R.

4. Qual a importância da inspiração para a Bíblia?

R.

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