Ano 2022
Autor
Número de Páginas 208
Disponibilidade Pré-venda
Tipo de Livro E-Book (PDF)
Formato 14x21cm
ISBN 978-65-00-44901-3

Neste trimestre somos desafiados a estudar e refletir sobre o cativeiro babilônico. Ressaltaremos as lições práticas que se extraem de toda essa conjuntura. Certamente, precisaremos vasculhar alguns aspectos preliminares, ou seja, que antecederam todos os acontecimentos que culminaram com a ida do povo de Deus ao cativeiro. Assim, por exemplo, o ponto de partida para essa jornada é a constatação, com base na revelação bíblica de que, na Velha Aliança, Deus tinha um povo. Esse povo possuía peculiares sinais que os identificava.

Portanto, estudaremos, à guisa de introdução, os aspectos mais marcantes da identidade do povo escolhido, a começar pelo enfrentamento do pressuposto étnico (impropriamente chamado de “racial”). Em verdade, aludindo à Antiga Aliança, não trazemos nenhuma novidade quando afirmamos o seguinte: para alguém pertencer ao povo de Deus, tinha de ser filho de Abraão. Mas isso não era suficiente, visto que tinha de ser filho de Abrão em Isaque, o filho da promessa (e não em Ismael). Somente isso? Certamente não! Isso ainda não era tudo. Sim, pois tinha de ser filho de Abraão, em Isaque e em Jacó (não podia ser em Esaú).

Afora essa regra geral, havia, ainda, a possibilidade de alguém, pertencente a outra etnia, integrar o povo da Aliança. A Bíblia apresenta alguns honrosos exemplos nesse sentido. Ao longo do estudo veremos os textos bíblicos que dão sustentação a essas assertivas. Nessa linha de raciocínio, abordaremos outros sinais característicos (identitários) do povo de Deus no período que antecedeu a inauguração da Nova Aliança. 

Renovaremos nesse estudo nossa convicção de que Deus tinha um propósito na formação desse povo; e que, infelizmente, o povo de Deus, por reiteradas vezes, deixou de atingir esse elevado propósito de Deus. Após tanta renitência, teimosia e rebeldia, o desfecho foi o advento do arrasador cativeiro babilônico. 

Esse cativeiro durou 70 (setenta) anos, ao cabo dos quais ocorre a intervenção divina na situação de humilhação e opróbrio de Seu povo. Chegamos ao tão sonhado e almejado fim do cativeiro babilônico. A cidade de Jerusalém está arrasada. O templo de Deus, em ruínas. Não é difícil imaginar que nela há lixo, ervas daninhas, répteis, insetos, enfim, animais peçonhentos de toda ordem. Esse cativeiro durou 70 (setenta) anos, ao cabo dos quais ocorre a intervenção divina na situação de humilhação e opróbrio de Seu povo. Chegamos ao tão sonhado e almejado fim do cativeiro babilônico. A cidade de Jerusalém está arrasada. O templo de Deus, em ruínas. Não é difícil imaginar que nela há lixo, ervas daninhas, répteis, insetos, enfim, animais peçonhentos de toda ordem. 

E agora? Surgem algumas relevantes indagações, que são:

  1. Como reconstruir?
  2. Quem vai reconstruir?
  3. De onde se tiraria dinheiro para garantir tamanha infraestrutura? 
  4. Qual autoridade imperial e militar poderia garantir com segurança a realização de tão portentoso e desafiador empreendimento?

Ao longo do trimestre encontraremos respostas a essas perguntas — todas elas extraídas do Livro Sagrado. Não era fácil essa obra. Veremos que, no meio do povo de Deus, havia traidores. Os agentes da reconstrução trabalhavam e lutavam. Estavam, pois, em constante vigilância. Mas, vai aqui um sonido de alerta: Deus ainda hoje quer contar com homens e mulheres fiéis! Afora aqueles que foram para o cativeiro, tais como Daniel, Ananias, Azarias e Misael, Deus levantou outros homens fiéis — líderes da reconstrução física e da renovação espiritual. Sobressaem Neemias, Esdras e Zorobabel, dentre outros.

Mas, pasmem! Foi necessário um novo reavivamento espiritual. Sim, pois o culto verdadeiro ficou contaminado com inserções, misturas e práticas que não tinham a aprovação divina. Afrouxaram-se as regras e exigências para o ingresso no serviço sagrado do Templo. A manutenção (sustento) dos levitas foi negligenciada e relegada a segundo plano. Os casamentos ocorriam em desconformidade com a orientação divina e, por isso, passaram a arruinar a vida do povo de Deus pós-cativeiro babilônico. O santo sábado do Senhor passou a ser profanado.

Foi necessária uma obra de reavivamento espiritual.

Hoje, novamente, o Senhor nos conclama à renovação. Como responderemos a esse amoroso apelo celestial?

A IBSD vai lucrar muito em revisar essas mensagens da revelação bíblica. Compreenderemos a ação divina junto ao povo de Israel. Ao mesmo tempo, buscaremos contextualizar esses ensinos, extraindo lições para a Igreja dos dias atuais.

Bom estudo! Deus nos abençoe!

Bernardino de Vargas Sobrinho
Pastor Presidente da Conferência Batista do Sétimo Dia Brasileira

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