Café Com Deus

Que tal aproveitar essa Páscoa para assistir alguns filmes edificantes para sua vida espiritual? A seguir, algumas sugestões que valem a pena ser assistidas e que lhe levarão a refletir sobre o sacrifício e a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo.

Muitas pessoas confundem provação com tentação, porém, são situações diferentes. A provação é quando nos acontece algo desagradável, permitido por Deus, com o objetivo de fortalecer a nossa fé e nos trazer mais perto do Senhor. Porém, a tentação não vem de Deus (Tiago 1:13-14). Ela ocorre quando o inimigo quer nos fazer cair e nos “provoca” a fazer algo que vai contra a Palavra de Deus.

Situações que parecem um deserto, que parecem ser o fim, que parecem não haver mais chances, para as quais, racionalmente, não há solução, em situações que causamos ou não, a “pancada” inicial geralmente vem acompanhada de desesperança. Lutamos, procuramos entender os “porquês”, planejamos estratégias e métodos para sairmos daquela situação, mas não conseguimos e nos frustramos, nos angustiamos.

“Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (João 16:33). Aflição: “sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a vida direta, ou indiretamente”. Jesus deixou bem claro que passaríamos por aflições neste mundo, e realmente, muitas são as aflições que nos atingem... o diagnóstico de uma doença grave, uma separação, o desemprego, brigas nos relacionamentos, a morte, entre outras.

Hoje iremos conversar sobre felicidade. Vivemos num mundo em que não importa a cultura, o país, a religião ou a idade, todos desejam ser felizes!

Mas o que seria Felicidade? Ou melhor, como podemos classificar se uma pessoa é feliz ou não? Qual seria o critério para se considerar isso?

Há uma antiga ilustração que conta a estória de um pai. Ele, moribundo, chamara os filhos para o momento de despedidas. A quase todos disse: "até breve, filho meu!". Ao caçula, entretanto, disse: "Adeus, filho meu." Este, entristecido, respondeu: "Por que a mim o senhor diz adeus, meu pai?" Com lágrimas nos olhos o pai diz: "Porque os seus irmãos não desprezaram o caminho pelo qual o seu pai seguirá agora, filho meu. Você, contudo, nunca recebeu a Jesus Cristo como Salvador. Por isso eu sigo para o céu e você, ó quanta dor, para lá não irá." O filho, em pranto e desespero, dobrou os joelhos e disse: "Senhor, perdão por desprezar a fé que meu pai tanto me ensinou; não quero separar-me dele; perdoe-me e recebe-me em tuas mãos também! Eu entrego a minha vida para Jesus!" O pai, agora em lágrimas copiosas, exclamou no seu último suspiro: "Ah, que dádiva, filho meu! Até breve!"

  O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Teu amor, Senhor, permanece para sempre; não abandones as obras das tuas mãos!    

Salmos 138:8

Davi, ao escrever este salmo, expressa três grandes verdades. Ele as sente de forma autêntica, verdadeira. E todo crente em Jesus Cristo também deve possuir estas mesmas convicções.

Admirava muito aquela velha árvore que cresceu junto ao muro de pedra aos fundos da casa de meus pais. Era uma árvore enorme com cinco galhos, dois dos quais eram escaláveis para um novato como eu. Em um dia aparentemente favorável, comemorei muito ao conseguir escalar o galho mais baixo, pois estava com uma vista privilegiada para assistir ao tráfego. (Eu era um precursor do Community Watch Program[1]). Eram aproximadamente três metros de escalada a partir do pé do tronco da árvore, até chegar ao galho. Com meus pés seguros, eu poderia agarrar-me ao galho seco à minha direita para equilibrar meu corpo ligeiramente instável.