A Bíblia e o Jornal

Setembro é o mês da conscientização da prevenção ao suicídio. A cada 40 segundos, alguém no mundo interrompe a própria vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)1, o número de óbitos autoprovocados é significativamente maior que aqueles causados por homicídio: 800 mil por ano. No Brasil, 32 pessoas por dia cometem suicídio. Falar desse assunto não é confortável e nem divertido, mas é necessário.

O aborto tem sido uma questão bastante discutida em nossos dias. Infelizmente, mesmo algumas pessoas que se identificam como “cristãs” têm tomado o lado “a favor” nessa discussão. Em outro artigo, delineei 30 razões de cunho científico e social pelas quais os cristãos devem se opor à prática do aborto. Nesse artigo, pretendo explorar o que a Igreja cristã primitiva tinha a dizer sobre o assunto.

No dia 27 de julho de 2018 ocorreu o maior eclipse lunar total do século, com duração de 103 minutos e visibilidade total ou parcial na Austrália, Ásia, África, Europa e América do Sul. O fenômeno conhecido como “lua de sangue” ocorre quando a Terra fica entre a Lua e o Sol. Como a Terra bloqueia a luz do Sol, a única coloração que emerge através da atmosfera terrestre é vermelha, lançando uma cor de vermelho-sangue sobre a Lua.

Quando você pensa que já ouviu de tudo, um pastor liga para o seu programa de rádio perguntando como responder a um membro da congregação que afirma que a maconha foi sancionada por Deus na Torá. Isso mesmo. Sancionada pelo próprio Senhor. Não para ser fumada, mas queimada em grandes quantidades pelos sacerdotes de Israel.

Milhões de bebês são abortados todos os anos no mundo todo. Os cristãos opõem-se a essa prática, por entenderem que toda a vida é sagrada, mesmo aquela que ainda está no útero de sua mãe (Salmos 139:16), e que retirar uma vida inocente é uma violação da Lei Moral de Deus, que condena o assassinato (Êxodo 20:13).

Apesar disso, muitos defensores do aborto (chamados de ‘pró-escolha’) argumentam que não há nada de errado no aborto, pois dizem que o embrião não está vivo; outros argumentam que está vivo, mas que não é um ser humano (é apenas ‘potencialmente humano’); outros ainda argumentam que o embrião só se torna um ser humano após o terceiro mês de gestação, com o desenvolvimento do sistema nervoso, e o aborto deveria ser permitido antes disso.

“Todo cidadão tem direito de escolher a forma como deseja ser chamado.” Essa foi a decisão do Supremo Tribunal Federal no dia 1º de março de 2018, por unanimidade, ao reconhecer que pessoas transexuais podem alterar o nome e o gênero no registro civil, ainda que não sejam submetidas a cirurgia. Na decisão foi bastante invocado pelos ministros o princípio do respeito à dignidade humana.

Na última quinta-feira, dia 21 de março de 2018, uma queda de energia prejudicou as cinco regiões do Brasil. O Norte e o Nordeste foram as áreas mais afetadas. O fato se deu devido a uma falha de um disjuntor na subestação Xingu, no Pará.

O sistema sofreu uma redução de 18 mil megawatts, o equivalente a 22,5% de toda a carga do sistema. Mais de 70 milhões de pessoas foram afetadas. Ainda estão sendo investigadas as causas da falha no disjuntor, mas já foram descartadas a sobrecarga no sistema, fatores climáticos e queimadas. Pelo turno da noite, a energia já havia sido restabelecida na maior parte do território nacional, com exceção do Nordeste.

Na atual sociedade, diante dos diferentes posicionamentos ideológicos, somos desafiados, constantemente, a um viver sincero e baseado nos princípios cristãos. Desafios no tocante a nossa fé, do comprometimento com Jesus Cristo e sobre aquilo que cremos. E, diante desses fatos, devemos agir e tomar decisões que estejam em consonância com os princípios apresentados por Deus, na sua Palavra, a Bíblia. Esse desafio se dá na medida do inevitável confronto de valores e pressupostos, o confronto de cosmovisões[1].