Banner da lição da escola bíblica vigentePara se se ter uma vida espiritual saudável, a busca diária através da oração e da leitura bíblica não é algo opcional. Se quisermos permanecer de pé espiritualmente, mesmo sendo bombardeados todos os dias pelo inferno e todos os tipos de tentações, é imprescindível buscar na fonte eterna, que é Cristo Jesus, forças para cada dia de batalha. Cada cidadão do Reino de Jesus deve tomar sua carne, suas vontades e lançar-se de vez, sem olhar as circunstâncias adversas.

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  Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.    

INTRODUÇÃO

Deus fala e Se revela ao homem! Ainda quando nada havia sido criado, Sua voz ressoou em meio ao caos, “Haja luz” (Gênesis 1:3), e desde então Deus tem “falado” ao mundo, e de várias formas Ele Se revela, de forma que o homem pode conhecê-lO. De Sua revelação depende o pensar teológico, pois nada haveríamos de dizer sobre Ele senão a partir d’Ele e de Sua revelação.

A Escritura é o registro da revelação de Deus, Suas palavras são vida, Seu conteúdo, infalível e confiável; Sua origem é divina; Seu propósito, redentor, e nela temos o essencial para conhecer não apenas sobre Deus, mas conhecermos a Deus através da comunhão pessoal com Ele. Essa Escritura nos foi dada por meio do Espírito Santo, que guiou, conduziu, impulsionou “homens santos”, de forma que o que chegou a nossas mãos e aos nossos ouvidos é, de fato, Palavra de Deus. O presente estudo tem por objetivo o entendimento e o agir do Espírito Santo nesse processo.

O autor da revelação é o Espírito Santo. As Escrituras asseguram de forma clara e contundente que “Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras” (Hebreus 1:1). Tal afirmação torna o estudo da “Revelação” o ponto de partida para o entendimento sobre quaisquer temas ou porções da Palavra de Deus, pois a fé tem por base o fato de que Deus é o ser Supremo, é transcendente, está para além da imaginação humana, mas que O mesmo Se revela e Se mostra e Se dá a conhecer e por isso o homem sabe a Seu respeito.

Mas o que se entende por Revelação? Floral Ureta apresenta a seguinte definição do termo afirmando que “entendemos por revelação a comunicação de uma verdade de conteúdo, de cunho religioso, feito por Deus ao homem, e que é de tal natureza que este, por si, não poderia alcançar”. Para Zacarias Severa a revelação

“não consiste apenas em tornar o homem sabedor do poder, dos atributos e dos propósitos de Deus, mas também em estabelecer contato pessoal entre Deus e o homem, advindo daí a experiência religiosa. Não fora a revelação de Deus, o homem não poderia ter conhecimento da divindade. Deus não é parte da criação, logo Ele não pode ser descoberto na natureza pela pesquisa humana. Além disso, há uma distância muito grande entre o homem e Deus, em duplo aspecto: mental e moral. A solução para esta dificuldade no conhecimento de Deus é a revelação. Onde não há revelação de Deus resta apenas o intelecto humano, lutando com toda sorte de hipóteses”.

Para a Teologia, a revelação torna-se a espinha dorsal, de onde parte toda pesquisa e saber teológico; para a fé cristã não pode ser diferente, pois desse entendimento dependem as confissões, os credos, as normativas doutrinárias etc. tudo está ligado ao fato de que Deus falou ao homem e desde a origem deste, Ele tem falado “de muitas maneiras”.

Os teólogos em geral distinguem a Revelação em “Revelação geral” e “Revelação especial”; para entendê-las, as duas serão analisadas.

Revelação Geral: Entende-se por “Revelação geral” a revelação abrangente de Deus, a qual todos os homens em todas as épocas e lugares têm acesso. O salmista declara que “Os céus declaram a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até os confins do mundo” (Salmos 19:1-4). Deus deixou na natureza traços de Sua existência, de forma que o homem possa ter sua consciência despertada para Sua existência e soberania.

O apóstolo Paulo lança luz sobre isso ao afirmar que “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm. 1:18-20). Pelos textos acima fica evidente que a natureza em geral revela a existência de Deus, Seu poder, Seus atributos e Sua natureza divina. Tal revelação é perceptível pelos sentidos, e rejeitar Sua mensagem acarreta severo julgamento por parte de Deus. Conforme comenta Ureta que define revelação geral como “conhecimento de Deus que o homem pode alcançar através da obra de Deus: sua criação e sua obra na história humana”, é essa definição que se manterá no presente estudo, pois embora simples, ela abrange bem o tema.

Sobre isso, Franklin Ferreira afirma que: “Todos os seres humanos são indesculpáveis diante do Deus santo e reto, uma vez que o único Senhor Deus se revelou a todos os seres humanos na criação e sua existência também já foi manifesta a todos. Por isso, visto que são indesculpáveis, todos os seres humanos são carentes da graça divina. Além disso, tornem-se indesculpáveis por terem distorcido a clara revelação de Deus, enlouquecidos pelo pecado. Não apenas deixaram de dar gloria a Deus, como também distorceram essa revelação preferindo adorar a criatura a adorar o único criador de todas as coisas”.

Embora Deus Se dá a conhecer através da revelação geral, teólogos afirmam que a mesma não salva, pois não há apelo ao arrependimento e à salvação, ela proporciona ao homem conhecer acerca de Deus, mas não o conduz a uma comunhão pessoal com Ele. Resumidamente, pode-se afirmar que a Revelação Geral “não se expressa sob a forma de linguagem ou de palavras; é uma revelação que não é dada a uma pessoa ou a um povo em particular. É a linguagem muda pela qual Deus fala a todos os homens por meio da natureza ou da história”. Nesse sentido, Deus dirige não só a história bíblica, mas a história do mundo e dos homens em geral.

A revelação especial: A revelação especial se faz necessária, uma vez que o homem não apenas rejeitou a revelação geral, mas a distorceu, também existe o fato de que tal revelação é limitada e não é redentora. Entende-se por “Revelação Especial” a “manifestação que Deus faz de si mesmo e de sua mensagem a um indivíduo ou a um grupo deles, por meio de palavras e/ou acontecimentos especiais históricos, tendo em vista um determinado fim, notadamente a redenção”. Nas palavras de Ureta “Trata-se de uma revelação conceitual no sentido de ser uma verdadeira comunicação oferecida a todos os homens”. Destaca-se na modalidade dessa revelação a centralidade da palavra Deus conforme declaração do salmista: “A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma, o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos simples. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre, os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar há grande recompensa. Quem há que possa discernir as próprias falta? Absolve-me das que me são adultas. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu” (Salmos 19:7-14).

Franklin Ferreira acertadamente comenta a esse respeito:

“Nada na terra se compara ao fato de poder receber tal revelação, como também ser moldado por ela. Os autores do Novo Testamento, ao tratar das Escrituras, afirmaram a mesma convicção na sua importância na redenção de um povo para Deus. Esses autores também seguiram os escritores do Antigo Testamento com sua ênfase no fato de que Deus se revela de forma especial não apenas para salvar um povo, mas também para alimentar, acalentar e alegrar essa comunidade.[...] não é possível receber graça salvadora por meio da revelação geral. É necessária uma revelação complementar para levar-nos a salvação.[...] podemos afirmar que não é possível alguém receber a Cristo como salvador à parte da Escritura. Somente por meio dela é que compreendemos nosso estado de miséria diante de Deus. A grande salvação que recebemos mediante a fé em Jesus Cristo e a nova vida no Espírito no qual somos inseridos. Por isso, precisamos afirmar a centralidade das Escrituras na vida cristã. Elas são o meio pelo qual a graça de Deus nos encontra, nela descobrimos nosso único salvador, Jesus Cristo”.

A revelação especial tem algumas características próprias: primeiramente ela tem propósito redentor, ou seja, seu alvo é levar o homem ao arrependimento (Marcos 1:4; Lucas 5:32; 2 Pedro 3:9), ela apresenta o propósito divino de salvação(Efésios 3:10-11) e convida ao arrependimento, para isso Deus serviu de meios específicos para ela como, por exemplo, os profetas, o povo de Israel, milagres, e por fim de Seu próprio Filho, que é o ápice dessa revelação, pois “Ele revelou mais profundamente o Pai e Seus propósitos para com a humanidade. Em Jesus, a revelação teve seu clímax. Por meio de Jesus os apóstolos receberam os mais excelentes conhecimentos da verdade redentora de Deus e os quais a nós nos transmitiram”.

Além do verso-chave, 1Pe:1:21, a Palavra ainda apresenta algumas passagens em que o Espírito Santo de Deus traz revelações ao homem sobre justiça “O Espírito do SENHOR fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua. Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Aquele que domina com justiça sobre os homens, que domina no temor de Deus, é como a luz da manhã, quando sai o sol, como manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva” (2 Samuel 23:2-4); sobre exortação “Eu, porém, estou cheio do poder do Espírito do SENHOR, cheio de juízo e de força, para declarar a Jacó a sua transgressão e a Israel, o seu pecado” (Miquéias 3:8); e ainda em Atos dos Apóstolos 4:31 percebemos que aqueles, pelo poder do Espírito revelado a eles, pregavam a Palavra de Deus com ousadia: “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus”.

O Autor da Inspiração é o Espírito Santo. Considerando ser a Bíblia a fonte e autoridade final em assuntos de fé, a revelação nos conduz diretamente a inspiração das Sagradas Escrituras. Inspiração significa de forma simples que Deus conduziu todo o registro de sua vontade escrita, toda Escritura foi divinamente inspirada, e homens santos falaram movido pelo Espírito Santo. Foi por meio desse processo que Deus garantiu a veracidade do conteúdo da Sua Palavra, que foi transmitida através dos que a escreveram.

Conceito de inspiração: A própria Escritura que reivindica sobre si mesma a inspiração divina, pois “Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tim.2.16-17). A ideia no presente texto é que Deus “soprou” para dentro das Escrituras as Suas palavras, de forma que elas fossem Ele falando: assim, no momento em que os autores faziam o registro não falavam de si, então não se trata apenas de um conjunto de livros com “algumas verdades” sobre Deus e/ou Sua vontade, mas sim de registros cuja inspiração se estende a todo seu conjunto, por isso “toda” e não “parte” da Escritura se trata da palavra de Deus.

Encontra-se nas Escrituras a “presença” humana também, pois foram homens quem as escreveram, mas isso em nada lança descrédito no texto inspirado, pois “Embora as palavras de Deus são sempre comunicação pessoal na Bíblia como verdadeiras palavras de Deus são também as palavras “humano” porque elas são proferidas em linguagem comum, que é imediatamente compreensível. O fato destas palavras serem ditas em linguagem humana não limita o seu caráter ou a sua autoridade divina de qualquer forma; permanecem inteiramente as palavras de Deus, faladas pela voz do próprio Deus”.

Sabemos pela própria Palavra de Deus que “jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito santo”. (2 Pedro 1:21). O que se pode aprender a partir desse texto é que a profecia de forma geral, ou seja, tanto as que foram ditas quanto as escritas, e por extensão toda a Bíblia, não é fruto da imaginação humana, homens foram receptores e também transmitiram as verdade de Deus, mas não falaram de seus próprios pensamentos.

A ideia de “inspiração” em 2 Pedro 1:21 é de ser levado, conduzido, é a figura do barco, sendo impulsionado pelo vento enquanto navega, não que os autores bíblicos ou os profetas que falaram em nome de Deus fossem sempre tomados de “êxtase”, mas sim que estavam sob influência do Espírito Santo, de forma que seus escritos expressaram com exatidão a revelação e a vontade de Deus, pois não falaram ou escreveram de si mesmos, “eles foram levados adiante por uma influência de cima.Eles se moviam, no caso, apenas quando eram movidos. Eles só falavam com a influência do Espírito Santo sobre eles”.

Citando Ryrie, Zacarias Severo apresenta a seguinte definição sobre a inspiração: “É o superintender de Deus sobre os autores humanos, para que, usando suas próprias personalidades, eles compusessem e registrassem sem erro a Sua revelação ao homem nas palavras dos manuscritos originais”. Nas palavras de Abraham Kuyper “é aquela operação única e especial do Espírito Santo através da qual Ele direciona as mentes dos escritores da Bíblia no ato de escrever[...].a inspiração é o nome daquela operação todo compreensiva do Espírito Santo, pela qual Ele concedeu à Igreja uma Escritura infalível e completa ”.

Apresentados os conceitos de revelação e inspiração voltemos ao tema proposto, onde “O autor”, tanto da revelação quanto da inspiração é o Espírito Santo. No Antigo Testamento o Espírito Santo já se manifestava como por exemplo na vida de Josué (Num.27.18), no profeta Samuel (Ez. 2.2, 3.24), Miqueias (Miq. 3.8), Otniel (Jz. 3.10). Como já exposto nas passagens citadas, a atuação do Espírito santo não era algo desconhecido, embora seu ministério propriamente dito tenha mais clareza no Novo Testamento, seria um erro supor que Ele inexistia antes disso.

O Espírito Santo preparou desde o primeiro homem meios para que a revelação chegasse até nossos dias.

“O Espírito Santo preparou para a Escritura, através de operações que compreenderam de forma sobrenatural a vida pecaminosa deste mundo desde o Paraíso até Patmos, e assim levantou homens crentes que constituíram no desenvolvimento da Igreja. Para este propósito o Espírito Santo primeiro escolheu indivíduos, depois umas poucas famílias, e por último uma nação inteira para ser a esfera das Suas atividades; e em cada estágio Ele iniciou a Sua obra com a Palavra, sempre seguindo a Palavra da Salvação com os Fatos da Salvação. Ele começou esta obra ainda no Paraíso. Depois da queda, a morte e a condenação reinaram sobre o primeiro casal, e neles enterraram a raça. Tivesse o Espírito Santo os deixado à sua própria sorte, com o germe da morte sempre se desenvolvendo dentro de si, nenhuma estrela de esperança jamais teria brilhado para a raça humana. Portanto, o Espírito Santo introduz a Sua obra exatamente no começo, no início do desenvolvimento da raça. O primeiro germe, o primeiro broto do mistério Divino já estava implantado em Adão, e a primeira palavra-mãe, da qual a Escritura Sagrada nasceria foi sussurrada nos seus ouvidos. Portanto, o Espírito Santo introduz a Sua obra exatamente no começo, no início do desenvolvimento da raça.”.

O Espírito Santo conduziu todo o processo de revelação bem como inspirou profetas e escritores bíblicos, de forma que sob Sua orientação e direção é o que se tem hoje em matéria de Revelação e Escrituras Sagradas. Do início ao fim o que se tem é o Seu agir sobrenatural. “Em geral, podemos dizer que o Espírito Santo fala através da mensagem do evangelho para anunciar de forma eficaz aos corações das pessoas. O Novo Testamento termina com um convite do Espírito e da Igreja, que, juntos, convidam as pessoas para a salvação: “O Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E aquele que ouve, diga: ‘Vem!’” (Apocalipse 22:17). Na verdade, não só na pregação da mensagem do evangelho, mas também na leitura e ensino da Escritura, o Espírito Santo continua a falar aos corações de pessoas a cada dia””.

 

CONCLUSÃO

A presença do Espírito Santo bem como Sua atuação percorrem toda história da revelação e inspiração das Escrituras. Jesus disse que o Espírito Santo estaria com a Sua Igreja e que também habitaria em cada crente em Jesus. Sendo Ele autor da Bíblia nos assegura que a fé cristã está solidificada em bases consistentes, e a revelação como normativa de fé é suficiente em todos os sentidos no que diz respeito à salvação, santificação e ética cristã em geral. Aproximemo-nos então das Escrituras com ouvidos atentos e o coração preparado, a fim de obtermos alento, esperança, vigor e conhecimento de Deus por meio delas, pois Suas palavras são sim “palavras da vida eterna”.(João 6:68).

 

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

 

  1. O que é revelação?

R.

  1. Em que difere a revelação geral da revelação especial?

R.

  1. Por que a escritura sagrada tem papel central na revelação especial?

R.

  1. Em que sentido os autores e profetas bíblicos foram “inspirados”?

R.

 

1 URETA, Floral. Elementos de Teologia Cristã. Rio de Janeiro. JUERP, 1995, p.16.

2 SEVERA, Zacarias. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba. A.D.SANTOS, 1999, p.16.

3 URETA, Floral. Elementos de Teologia Cristã. Rio de Janeiro. JUERP, 1995, p.16.

4 FERREIRA, Franklin. Teologia Cristã: Uma introdução à sistematização das doutrinas. São Paulo, Vida Nova. 2011, p.41.

5 URETA, Floral. Elementos de Teologia Cristã. Rio de Janeiro. JUERP, 1995, p.18.

6 SEVERA, Zacarias. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba/PR, A.D.SANTOS, 1999, p.19.

7 URETA, Floral. Elementos de Teologia Cristã. Rio de Janeiro. JUERP, 1995, p.18.

8 FERREIRA, Franklin. Teologia Cristã: Uma introdução à sistematização das doutrinas. São Paulo, Vida Nova. 2011, p.44.

9 SEVERA, Zacarias. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba/PR, A.D.SANTOS, 1999, p.20-21.

10 GRUDEM, Waine. Teologia Sistemática: Atual e exaustiva, p. 61. Disponível em https://drive.google.com/file/d/0Bw2XTb5OYSWBNjFnMzA2UFpjVkU/view.

11 Disponível em: https://biblehub.com/commentaries/2_peter/1-21.htm

12 SEVERA, Zacarias. Manual de Teologia Sistemática. Curitiba/PR, A.D.SANTOS, 1999, p.32.

13 KUYPER, Abraham, p. 119.

14 KUYPER, Abraham. A Obra do Espírito Santo, p. 107-108. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1rci4by9AyLgED5rAb5YXulCKSfMFToaY/view

15 GRUDEM, Waine. Teologia Sistemática: Atual e exaustiva, p. 1.016. Disponível em https://drive.google.com/file/d/0Bw2XTb5OYSWBNjFnMzA2UFpjVkU/view

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